Hiroshima e Nagasaki: 80 anos de uma história que o mundo não pode esquecer
Cidades viraram símbolo da destruição atômica e da luta pela paz
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: ONU | Yosuke Yamahata
Há 80 anos, em 6 de agosto de 1945, Hiroshima foi o palco da primeira explosão atômica sobre uma cidade habitada. A bomba matou cerca de 100 mil pessoas instantaneamente. Outras dezenas de milhares morreriam nos dias seguintes. Três dias depois, Nagasaki também seria atingida. O Japão se rendeu dias depois, e a Segunda Guerra chegava ao fim. O impacto seria tamanho que até na cultura haveria manifestos, como fez Ney Matogrosso, décadas depois, ao dar voz ao trauma interpretando a música “Rosa de Hiroshima”, de Gerson Conrad e Vinícius de Moraes, lembrando que, mesmo entre escombros, há ecos que não devem ser silenciados. “Mas, oh, não se esqueçam da rosa, da rosa, da rosa de Hiroshima, a rosa hereditária, a rosa radioativa, estúpida e inválida”. Quando o céu virou fogo - O avião americano B-29 lançou a bomba Little Boy, que explodiu a 600 metros de altura e liberou o equivalente a 15 mil toneladas de TNT. Em segundos, Hiroshima deixou de ser cidade: virou cinza, fumaça, poeira… a temperatura no epicentro passou dos 7 mil graus. Casas evaporaram, corpos se desfizeram, o tempo parou. Três dias depois, a Fat Man atingia Nagasaki com ainda mais potência. Ao todo, 214 mil pessoas morreram entre agosto e dezembro de 1945. O mundo conhecia, pela primeira vez, o poder da destruição em massa. A radiação que continuou matando - Quem sobreviveu à explosão enfrentou outros perigos. A radiação causou sintomas imediatos – vômitos, febre, sangramentos – e, depois, doenças como câncer e leucemia. A morte, para muitos, veio com atraso. Mais de 50 mil pessoas foram monitoradas por décadas. Em silêncio, a tragédia se prolongava no corpo e na memória dos que resistiram ao impacto, mas não escaparam das consequências. Os esquecidos da história - Os hibakusha, como foram chamados os sobreviventes, viveram entre cicatrizes e exclusão. Muitos esconderam suas histórias para evitar o preconceito. Por medo ou desinformação, foram tratados como ameaça. Mesmo com políticas públicas de amparo, milhares ficaram de fora. Anos depois, alguns transformaram a dor em denúncia. Viajaram o mundo em defesa da paz e contra as armas nucleares. Seus relatos ajudaram a construir a memória que hoje persiste. Memória que serve de alerta - O uso das bombas encerrou a guerra, mas abriu feridas profundas. Hiroshima e Nagasaki ainda lembram, todos os anos, a violência que caiu do céu. Oito décadas depois, o debate sobre as armas nucleares permanece. Lembrar os 80 anos da bomba é manter viva a responsabilidade de não repetir. É uma história que não pede vingança. Mas exige memória.
Fome em Gaza atinge nível crítico e chega ao grau mais alto da ONU
Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura afirma que situação no território palestino é de "catástrofe humanitária"
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
A fome entre palestinos em Gaza atingiu a fase 5, a mais grave de todas segundo a Classificação Integrada de Fases da Segurança Alimentar (IPC, na sigla em inglês). Produzida pela FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), a classificação estabelece o nível 5 como "catástrofe humanitária" "Crescentes evidências mostram que a fome generalizada, a desnutrição e as doenças estão provocando um aumento nas mortes relacionadas à fome", diz o relatório do IPC. "Dados mais recentes indicam que os limiares de fome foram atingidos em relação ao consumo de alimentos na maior parte da Faixa de Gaza e em relação à desnutrição aguda na Cidade de Gaza." De acordo com o documento, o pior cenário de Fome está atualmente se des
Novo exame pode identificar autismo em até 15 minutos em bebês
Método agiliza diagnóstico e facilita início de terapias fundamentais
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução | Freepik
Um exame inovador aprovado nos EUA promete revolucionar o diagnóstico do transtorno do espectro autista (TEA) em crianças. A tecnologia, criada com participação do neurocientista brasileiro Ami Klin, utiliza rastreamento ocular enquanto bebês assistem a vídeos, permitindo identificar sinais de autismo com mais agilidade. Voltado para crianças entre 16 meses e 30 meses, o teste analisa, em tempo real, como elas reagem visualmente a diferentes estímulos. As informações captadas por câmeras são processadas por um sistema que reconhece padrões de atenção típicos ou atípicos. O laudo é emitido em cerca de 15 minutos. O diagnóstico tradicional pode levar anos, atrasando o início de terapias fundamentais para o desenvolvimento. Com o novo método, clínicas móveis ampliam o acesso em regiões com menor estrutura. Já utilizado em 47 centros nos EUA, o exame tem custo de US$ 225 e o equipamento, de US$ 7 mil. Aprovada em 2023, a tecnologia ainda aguarda liberação para uso no Brasil. O modelo tem potencial para ampliar o acesso ao diagnóstico precoce, permitindo intervenções mais eficazes e melhor qualidade de vida para crianças com autismo.
Papa Francisco segue internado mas sem perigo de morte, diz médico
Segundo a equipe médica, embora o pontífice tenha apresentado melhora, sua permanência no hospital é uma “precaução”
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução | Vatican News
Um dos médicos responsáveis pelo tratamento do papa Francisco, Sergio Alfieri, informou em coletiva de imprensa nesta sexta-feira (21) que o pontífice “mantém bom humor”, mas “não está fora de perigo” e deve permanecer internado por pelo menos mais uma semana. “Ele está fora de perigo? Não. Mas se a pergunta é ‘ele está em perigo de morte’, a resposta é ‘não'”, afirmou Alfieri. A coletiva ocorreu no dia em que Francisco completa uma semana de internação no hospital Gemelli, em Roma. O papa foi hospitalizado devido a uma infecção respiratória e, ao longo da semana, foi diagnosticado com pneumonia bilateral, uma infecção grave que afeta os dois pulmões e compromete a respiração. Segundo a equipe médica, embora o pontífice tenha apresentado melhora, sua permanência no hospital é uma “precaução”, especialmente por conta da idade avançada de Francisco, que tem 88 anos e é considerado um paciente “frágil”. “O papa sempre falou que quer que o público saiba da verdade”, afirmou um dos médicos, acrescentando que o pontífice “começou um tratamento apropriado”. Apesar do cancelamento de seus compromissos até domingo (23), Francisco terá liberdade para decidir se participará da missa papal neste fim de semana, parte das festividades do Ano Santo. A equipe médica também informou que não serão divulgadas imagens do papa durante o tratamento, em respeito à sua privacidade.
Justiça norte-americana freia Trump e barra decretos contra trans, imigrantes e servidores
Decisões polêmicas já foram barradas, sendo a primeira delas a que negava direito à cidadania a filhos de imigrantes nascidos nos EUA.
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: White House | Archived
- Desde a posse do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a Justiça norte-americana vem atuando para frear algumas medidas estabelecidas pelo republicano. De acordo com o UOL, decisões polêmicas já foram barradas, sendo a primeira delas a que negava direito à cidadania a filhos de imigrantes nascidos nos EUA. A segunda ordem executiva do presidente, barrada pela juíza federal Loren AliKhan, foi a ordem para congelar bilhões de dólares em ajudas financeiras, como socorro a desastres, compra de merenda escolar e empréstimos a pequenas empresas, assim como apoio a pacientes com Aids e planos de combate à pobreza que seriam congelados. Após o despacho, a Casa Branca revogou a ordem. A Justiça também impediu Trump, no último dia 30, de transferir uma detenta trans para um presídio masculino. A decisão contrariou determinação do republicano, que cortou o financiamento a programas de afirmação de gênero para detentos e determinou que só haveria dois gêneros nos EUA. Como se trata de uma decisão individual, porém, ela não impede a transferência de outras detentas trans a presídios masculinos. Vale lembrar que no mesmo dia da sua posse, em 20 de janeiro, Trump promoveu um "revogaço" de 78 medidas do antecessor Joe Biden. Essas decisões unilaterais são conhecidas nos EUA como "ordens executivas", mas quando elas extrapolam as atribuições do presidente, essas ordens podem acabar barradas pela Justiça. E é o que vem acontecendo, já que promotores, organizações sociais e estados governados por democratas ajuizaram dezenas de processos contra as ordens executivas de Trump.
Recorde de calor: janeiro de 2025 foi o mais quente da história
Sudeste da Europa e Antártica estão entre as regiões com temperaturas mais altas
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Rovena Rosa | Agência Brasil
- A temperatura global em janeiro de 2025 foi 1,75°C acima dos níveis pré-industriais, o maior aumento já registrado pela série histórica do Serviço Copernicus para Mudanças Climáticas da União Europeia. Com a temperatura do ar na superfície de 13,23°C, esse valor superou em 0,79°C a média de 1991-2020 para janeiro. Esse recorde marca o 18º mês dos últimos 19 em que a temperatura média do ar foi superior a 1,5°C em relação ao nível pré-industrial no planeta. Entre fevereiro de 2024 e janeiro de 2025, a Terra registrou 1,61°C acima da média de 1850-1900, usada para definir o nível pré-industrial. O aumento das temperaturas foi mais significativo no sudeste europeu, noroeste do Canadá, Alasca, Sibéria, sul da América do Sul, África, Austrália e Antártica. No entanto, algumas regiões, como o norte da Europa e sudeste asiático, tiveram temperaturas abaixo da média.
Trump assina decreto para retirar EUA da Organização Mundial da Saúde
Presidente já assinou diversos decretos após a posse
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Official White House | Shealah Craighead
- Donald Trump, tomou posse nesta segunda-feira (20) como o 47º presidente dos Estados Unidos em uma cerimônia fechada no Capitólio. Em sua nova gestão, Trump já anunciou uma série de ordens executivas, entre elas a retirada do país da Organização Mundial da Saúde (OMS). Trump justificou a decisão com base na “má gestão da pandemia de Covid-19 pela organização” e sua suposta “incapacidade de adotar reformas e demonstrar independência de influências políticas inapropriadas”. Ele também criticou o que considera contribuições financeiras desproporcionais dos EUA à entidade. A ordem executiva assinada por Trump nesta segunda-feira reforça que a OMS ainda exige “pagamentos injustamente onerosos” e que mudanças na relação dos EUA com a organização são necessárias. O ex-presidente argumentou que os Estados Unidos pagam mais do que outros países, algo que ele já havia apontado em sua administração anterior. Fundada em 1948, a OMS é uma agência especializada da ONU, sediada em Genebra, Suíça, para promover a saúde pública global e garantir segurança sanitária. Trump, porém, questiona a eficácia e a imparcialidade da entidade em crises como a pandemia de Covid-19.
Primeiras reféns são libertadas após cessar-fogo na Faixa de Gaza
Além dessas reféns, 90 palestinos detidos em Israel também foram liberados, como parte do acordo estabelecido
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução | Unicef
- O Hamas libertou as primeiras reféns da Faixa de Gaza neste domingo (19), poucas horas após o início do cessar-fogo entre Israel e o grupo. Além dessas reféns, 90 palestinos detidos em Israel também foram liberados, como parte do acordo estabelecido. O cessar-fogo, mediado por Catar, Estados Unidos e Egito, foi acordado em 15 de janeiro e será implementado em três etapas. A primeira fase envolve a troca de reféns sob custódia do Hamas por palestinos presos em Israel. Durante o primeiro dia da trégua, que marcou o fim de 15 meses de conflito, as reféns Romi Gonen, Emily Damari e Doron Steinbrecher foram libertadas, embora com um atraso de cerca de uma hora e meia. As Forças de Defesa de Israel (FDI) informaram que as reféns já foram transferidas para o território israelense, após serem entregues ao Comitê Internacional da Cruz Vermelha pelo Hamas. “Minutos atrás, Emily, Doron e Romi se reuniram com as forças das FDI e da ISA. Agora elas estão conosco e a caminho de casa. Elas estão a caminho do centro de recepção inicial das FDI, onde receberão cuidados médicos iniciais e serão reunidas com suas famílias. De lá, serão transferidas para um hospital”, disse o porta-voz do exército israelense, Daniel Hagari.
Hamas e Israel chegam em acordo de cessar fogo nesta quarta-feira
A reunião ocorreu após meses de negociações mediadas por egípcios e catarinos, com apoio dos Estados Unidos
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução | Redes Sociais/X
- Israel e o Hamas chegaram a um acordo de cessar-fogo nesta quarta-feira (15). O acordo prevê que os combates na Faixa de Gaza cessem o conflito que já dura cerca de 15 meses e troquem reféns israelenses por prisioneiros palestinos. As informações foram divulgadas por agências internacionais. A reunião ocorreu após meses de negociações mediadas por egípcios e catarinos, com apoio dos Estados Unidos. A negociação prevê um cessar-fogo de seis semanas e inclui ainda a retirada gradual de forças israelenses de Gaza e libertação de reféns. Segundo informações de um jornal israelense, o governo do premiê Benjamin Netanyahu considerou o texto aceitável, e autoridades israelenses aguardavam a resposta do Hamas. O acordo possui três fases: Primeira fase: liberação de reféns israelenses em troca de prisioneiros palestinos, além da saída parcial das tropas israelenses da Faixa de Gaza. Segunda fase: liberação de reféns militares em troca da soltura de presos palestinos. Terceira fase: reconstrução da Faixa de Gaza. Agora, para que acordo seja válido é necessário aprovação do gabinete de Benjamin Netanyahu.
Após Covid-19, outro vírus lota hospitais e preocupa China
Situação acontece após cinco anos da pandemia da Covid-19
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução | Freepik
- A China tem enfrentado um crescimento alarmante de infecções pelo metapneumovírus humano (HMPV). O patógeno respiratório, que já está deixando os hospitais e centros de saúde lotados, tem feito as autoridades do país tomarem providências de emergência para acompanhar e conter os casos. O surto acontece após cinco anos da pandemia da Covid-19. Apesar do Centro de Controle e Prevenção de Doenças da China (CDC) não ter revelado dados exatos, a entidade confirmou que as infecções respiratórias, incluindo as provocadas pelo HMPV, estão em ascensão no inverno chinês. Por isso, sistemas de monitoramento foram intensificados, e um projeto experimental foi implantado para localizar casos de pneumonia de origem desconhecida, conforme a Televisão Central da China (CCTV). O metapneumovírus humano é conhecido por sintomas parecidos aos de resfriados e gripes, como obstrução nasal, tosse, secreção nasal e rouquidão. Em situações mais severas, pode causar dificuldade respiratória. Apesar da preocupação atual, o HMPV não é um vírus que surgiu recentemente. O vírus foi detectado pela primeira vez em 2001 e é transmitido através de gotículas liberadas pela respiração ou em superfícies contaminadas. Até agora, a Organização Internacional da Saúde (OMS) não anunciou situação de emergência. Na Índia, país próximo, as autoridades declararam que o HMPV é "semelhante a qualquer outro patógeno respiratório", subestimando a necessidade de uma declaração de emergência.
Homem atropela multidão, deixa 10 mortos e 30 feridos nos EUA em festa de réveillon
De acordo com relatos, homem usava uma picape
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução | Youtube/CNN
- Pelo menos 10 pessoas morreram e 30 ficaram feridas após uma picape atropelar um grupo de pessoas em uma área turística de Nova Orleans, nos Estados Unidos, na madrugada desta quarta-feira (1º), de acordo com autoridades. "Estamos atendendo a um acidente com um grande número de vítimas, que envolve um veículo que se lançou sobre uma multidão em Canal e Bourbon Street. Há 30 feridos e dez mortos", declarou o serviço de emergência de Nova Orleans em nota. A fatalidade aconteceu na região conhecida como French Quarter, horas após a virada de ano, quando várias pessoas celebravam a chegada do novo ano. Segundo a CBS, uma testemunha relatou que uma picape em alta velocidade atingiu o grupo pouco antes de seu motorista saltar do veículo e começar a atirar, enquanto a polícia reagia ao ataque.
2024 deve ser registrado como ano mais quente na história da Terra, segundo observatório europeu
Com a previsão de dezembro não amenizar a situação, 2024 deve ser o ano mais quente desde o período pré-industrial
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução
- O ano de 2024 provavelmente será registrado como o mais quente da história da Terra, de acordo com o centro europeu Copernicus, que confirmou a informação nesta segunda-feira (9). Novembro de 2024 foi o 16º mês em 17 consecutivos com a temperatura média global acima de 1,5°C em relação aos níveis pré-industriais, limite considerado crítico pelos especialistas. Com a previsão de dezembro não amenizar a situação, 2024 deve ser o ano mais quente desde o período pré-industrial. No entanto, essa temperatura limite ainda não é definitiva, sendo necessário que se repita por vários anos. No Brasil, o calor extremo causou a pior seca da história recente, afetando milhões, especialmente no Norte. A expectativa era de que as chuvas de outubro aliviassem a situação, mas chegaram com atraso e abaixo da média. Em novembro, cerca de 400 cidades enfrentavam seca extrema, e a previsão para dezembro é que o número chegue a 1,6 mil, afetando todas as regiões do país.O aumento das temperaturas também intensifica eventos climáticos extremos. Chuvas fortes, como as no Rio Grande do Sul, são mais intensas devido ao maior vapor d'água na atmosfera.
Doença misteriosa mata 143 pessoas no Congo
Doença tem sintomas parecidos com os da gripe, como febre e dor de cabeça
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução | Painel Político
- Uma doença desconhecida causou a morte de 143 pessoas em uma província localizada no sudoeste do do Congo, segundo autoridades locais. De acordo com Remy Saki, vice-governador da província de Kwango, e Apollinaire Yumba, ministro da saúde local, as pessoas afetadas apresentavam sintomas parecidos com os de uma gripe, como febre alta e intensas dores de cabeça, conforme informado na segunda-feira (2). As autoridades destacaram que muitos dos doentes faleceram em suas residências devido à falta de tratamento, o que destaca a gravidade da situação. Um epidemiologista da região informou que as mulheres e crianças são os grupos mais vulneráveis à doença. Um grupo de médicos foi para Panzi para coletar amostras e fazer pesquisas com o objetivo de saber mais sobre a doença. Com o número de casos aumentando, Cephorien Manzanza, líder da sociedade civil, expressou sua preocupação com as circunstâncias e declarou que há dificuldades com a chegada de medicamentos em Panzi por ser zona rural. Na terça-feira (3), um porta-voz da Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que a agência da Organização das Nações Unidas (ONU) havia sido notificada sobre a doença na semana anterior e que estava colaborando com o Ministério da Saúde Pública do Congo para aprofundar as investigações sobre o caso.
Ministério da Saúde de Gaza declara 42.409 mortos ao longo da guerra
Guerra teve seu início em 7 de outubro de 2023
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução | Reuters
- Nesta quarta-feira (16), o Ministério da Saúde da Faixa de Gaza, região palestina sob o comando do Hamas, divulgou uma atualização do número de vítimas desde o começo do conflito com Israel. De acordo com o informe, foram contabilizadas 42.409 mortes até o momento. Nas últimas 24 horas, ao menos 65 vidas foram ceifadas, conforme divulgado em comunicado pela pasta. Até o momento, 99.153 pessoas foram feridas em Gaza desde o início da guerra, em 7 de outubro de 2023. A origem do conflito entre Israel e Hamas se origina da tentativa de dominação de territórios que ao longo da história foram habitados por vários povos, incluindo hebreus e filisteus, ancestrais tanto dos israelenses quanto dos palestinos. Ao longo do tempo, disputas e ocupações resultaram na dispersão e evacuação dos grupos, que alternadamente reconquistaram terras, ampliaram seus domínios e, em seguida, perderam novamente.
Danos causados pelo furacão Milton começam a ser mensurados
O fenômeno atingiu os Estados Unidos na quarta-feira (9), destruindo cidades com ventos fortes e chuvas intensas, além de provocar vários tornados
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução | Tv Globo
- A passagem do furacão Milton pela Flórida, nos Estados Unidos, os danos e prejuízos começam a ser levantados. O fenômeno atingiu o território norte-americano na quarta-feira (9), destruindo cidades com ventos fortes e chuvas intensas, além de provocar vários tornados. A imagem de um guindaste de construção caindo de um arranha-céu e colidindo com um prédio marcou a passagem do furacão pelo estado. Até o momento, o evento climático causou pelo menos 16 mortes e deixou mais de 3 milhões de pessoas sem energia. Quase mil pessoas já foram resgatadas com a atuação de socorristas mobilizados no estado. O governador da Flórida, Ron DeSantis, informou, em coletiva na quinta-feira (10), que os danos do furacão foram menores do que o esperado, já que a tempestade chegou como um furacão de categoria 3, quando se aguardava categoria 5 ou superior. A revista Insurance Business aponta que os custos relacionados ao furacão Milton podem chegar a US$ 60 bilhões (R$ 335 bilhões), impactando o mercado de seguros globalmente. Entre os transtornos está o fechamento Aeroporto Internacional Sarasota Bradenton até sexta-feira. Já em São Petersburgo, equipes estão trabalhando para consertar 30 rompimentos de encanamentos de água causados ??por árvores caídas.
Autor de atentado contra Trump postou sobre ataque dias antes em plataforma de jogos online
Mensagem foi descoberta após análise de aparelhos eletrônicos do atirador
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Casa Branca | Tia Dufour
- O autor do atentado contra o ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump publicou uma mensagem em suas redes sociais que poderiam indicar a tentativa de assassinato. Segundo a Fox News, agentes do Serviço Secreto e do FBI afirmaram a senadores do país na quarta-feira (17) que Thomas Matthew Crooks teria publicado um mensagem ameaçadora na plataforma de jogos "Steam". As informações são do jornal O Globo. O jovem de 20 anos teria supostamente escrito que"13 de julho será minha estreia, vejam como tudo se desenrola". A descoberta da mensagem foi possível após análise de dispositivos e aparelhos eletrônicos dele, como celulares e laptop. O candidato e ex-presidente do país foi atingido de raspão em sua orelha após tiros serem disparados em um comício em Butler, na Pensilvânia. Pouco após ser atingido, o Serviço Secreto afirmou que o atirador havia sido morto, assim como outra pessoa que havia ido ao evento. Outras duas pessoas ficaram feridas em estado grave
Homem que morreu durante atentado a Trump é identificado como ex-chefe dos Bombeiros Voluntários
Atentado contra ex-presidente Donald Trump deixa um morto e dois feridos
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução | Redes sociais
- O homem que morreu durante o atentado contra o ex-presidente Donald Trump, neste sábado (13), na cidade de Butler, estado da Pensilvânia, foi identificado como Corey Comperatore, de 50 anos. Comperatore atuou anteriormente como chefe do Corpo de Bombeiros Voluntários de Buffalo Township. A família dele fez uma postagem no Facebook lamentando a perda. No ataque, além da morte de Comperatore, outras duas pessoas ficaram gravemente feridas. O autor dos disparos, que foi morto pelo Serviço Secreto dos Estados Unidos, abriu fogo contra o palco onde Trump discursava. O FBI está investigando o caso como uma tentativa de assassinato. De acordo com o Serviço Secreto dos EUA, o atirador disparou várias vezes de um ponto elevado fora do local do comício, atingindo Trump na orelha. A rápida resposta do Serviço Secreto impediu que a situação fosse ainda mais trágica. Após o atentado, Donald Trump se pronunciou enviando "condolências para a família da pessoa que foi morta no comício e também à família da outra pessoa que ficou gravemente ferida". O ex-presidente agradeceu o apoio e as orações recebidas e destacou a importância da união do povo americano diante de atos de violência.
Trump é retirado de comício ferido após disparos de tiros
A ação está sendo investigada como uma possível tentativa de assassinato
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Anna Moneymaker | Getty Images/AFP
- Ex-presidente dos Estados Unidos e candidato, Donald Trump foi ferido na orelha neste sábado (13), após tiros serem disparados durante um comício lem Butler, na Pensilvânia. Nas imagens do momento, ele aparece com a orelha direita sangrando. Um porta-voz da equipe do ex-presidente informou que ele passa bem. Em seguida, o próprio Trump escreveu em uma rede social que o tiro atravessou a parte superior da sua orelha. "Senti a bala rasgando a pele", disse. A ação está sendo investigada como uma possível tentativa de assassinato. Segundo o Serviço Secreto dos EUA, duas pessoas morreram, sendo uma delas o atirador. No momento do ataque, o ex-presidente discursava ao microfone. As imagens mostram que ele leva a mão à orelha e se abaixa após o barulho dos tiros. Agentes do Serviço Secreto logo correm e o retiram do palanque.
Papa Francisco afirma ser contra legalização de drogas: "Pisoteiam a dignidade humana"
O discurso foi feito nesta quarta-feira (26) no Vaticano, um dia após o STF descriminalizar a entorpecente no Brasil
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Divulgação | CNBB
- O Papa Francisco fez uma declaração sobre legalização das drogas, no Vaticano nesta quarta-feira (26), por conta do Dia Internacional contra o Abuso e Tráfico Ilícito de Drogas. O discurso aconteceu um dia após o Supremo Tribunal Federal ter decidido descriminalizar o porte de maconha para uso pessoal no Brasil. “As drogas pisoteiam a dignidade humana. A redução da dependência de drogas não é alcançada pela legalização do uso de drogas, como algumas pessoas têm proposto ou alguns países já implementaram. Isso é uma fantasia”, disse Francisco. Apesar de ser ilegal em muitos países, segundo a ONU, a maconha é a droga mais usada no mundo. Na Europa, por exemplo, é consumida por cerca de 8% da população. O Papa destaca que a liberação das drogas acarreta um maior consumo das substâncias. Por outro lado, especialistas apontam que a descriminalização da maconha e outras drogas poder gerar benefícios como uma maior conscientização da sociedade e do poder público sobre a substância, mais diálogo e maior possibilidade de ofertar tratamento apropriado a dependentes químicos. O líder religioso, sustentou que o uso de drogas empobrece comunidades e causa “histórias trágicas” para viciados. “Estou convencido de que é um dever moral acabar com a produção e o tráfico dessas substâncias perigosas”, pontuou Francisco.
Papa Francisco defende benção a casais do mesmo sexo após medida ser aprovada no Vaticano
Papa se manifestou pela primeira vez após o Vaticano aprovar a benção no dia 18 de dezembro
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Divulgação | Vatican Media
- O papa Francisco defendeu, no último domingo (14), a benção a casais do mesmo sexo, aprovada pela Igreja Católica há cerca de um mês. Sua fala veio após a medida ser criticada por setores mais conservadores. "Às vezes, as decisões não são aceitas, mas, na maioria dos casos, quando as decisões não são aceitas, é porque elas não são compreendidas", disse o papa em entrevista ao programa televisivo Che Tempo Che Fa, da Itália, em sua primeira manisfestação sobre o assunto. A permissão foi divulgada em 18 de dezembro e o Vaticano vem reafirmando que a benção não significa uma "absolvição" de atos homossexuais e que não deve ser considerada equiparável ao sacramento do matrimônio de casais do mesmo sexo. "O Senhor abençoa a todos", disse Francisco. "Mas então as pessoas têm de entrar em um diálogo com a bênção do Senhor e ver o caminho que o Senhor propõe. Nós [a Igreja Católica] temos que pegá-las pela mão e conduzi-las por esse caminho e não condená-las desde o início", completou Francisco.
2023 foi o ano mais quente já registrado nos últimos 100 mil anos, diz observatório europeu
Relatório foi divulgado pelo Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus da União Europeia nesta terça-feira (9)
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Ronaldo Silva | Agência O Globo
- O ano de 2023 foi confirmado como o mais quente já registrado, pelo relatório do observatório europeu Copernicus divulgado nesta terça-feira (9). Em 2023, todos os dias ficaram 1°C acima do nível pré-industrial de 1850 a 1900. Alguns dias os termômetros chegaram a ultrapassar 1,5°C. Foram as temperaturas mais altas nos últimos 100 mil anos. De acordo com o observatório, os principais impulsionadores das altas temperaturas foram as concentrações de gases de efeito de estufa, o El Niño e outras variações naturais. Contudo, o documento disse que esses fatores e outros fenômenos naturais, não conseguem explicar completamente o resultado de 2023. O relatório ainda afirmou que 2024 deve ser ainda mais quente, e é possível que “exceda 1,5°C acima do nível pré-industrial”. A temperatura é a meta máxima de aquecimento estabelecida pelo Acordo de Paris em 2015.
Novembro bate recorde de calor e 2023 pode ser o ano mais quente da história
Desde junho, o planeta registra recordes históricos de temperatura
Por: Juliana Rodrigues
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Paulo Pinto | Agência Brasil
- Novembro de 2023 marcou o sexto mês consecutivo de recordes de calor na Terra. O anúncio foi feito pelos cientistas do observatório europeu Copernicus, nesta quarta-feira (6). Segundo o Copernicus, a temperatura média da superfície em novembro foi de 14,22°C, cerca de 0,85°C acima da média do período de 1991 a 2020. O valor é 0.32°C acima do recorde anterior para o mês, em 2020. O planeta caminha, em meio à crise climática, para ter 2023 como o ano mais quente da história, segundo o Copernicus, já que os recordes de temperatura estão sendo quebrados desde junho. “As extraordinárias temperaturas globais de novembro, incluindo dois dias mais quentes do que 2ºC acima do período pré-industrial, significam que 2023 é o ano mais quente já registrado na história”, declarou Samantha Burgess, vice-diretora do Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus (C3S). De janeiro até novembro, a temperatura média registrada no planeta foi a maior já vista, com 1,46°C acima da temperatura média do período pré-industrial. O valor também já supera o que tivemos na média dos 11 primeiros meses de 2016, o ano mais quente já registrado até aqui.
Israel, Hamas e EUA chegam a acordo para libertação de reféns por pausa na guerra, diz jornal
As informações são do jornal americano The Washington Post
Por: Juliana Rodrigues
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução | Al Jazeera
- Israel, o Hamas e os Estados Unidos chegaram a um acordo para que o grupo terrorista liberte dezenas de mulheres e crianças reféns na Faixa de Gaza em troca de uma pausa de cinco dias no conflito. As informações são do jornal americano The Washington Post. Segundo o jornal, a negociação seria feita da seguinte forma: todos os lados envolvidos pausariam ataques pelos cinco dias para que 50 reféns ou mais sejam libertados em pequenos grupos a cada 24 horas. O trato poderia começar nos próximos dias. Entretanto, a Casa Branca negou que já exista um acordo já pronto. "Ainda não há acordo, mas continuamos trabalhando duro para conseguir um", disse Adrienne Watson, porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, em comunicado. Netanyahu também negou a existência de um acordo em uma coletiva de imprensa. "Em relação aos reféns, há muitos rumores não comprovados, muitos relatos incorretos. Gostaria de deixar claro: até o momento, não houve acordo. Mas quero prometer: Quando houver algo a dizer - informaremos a vocês sobre isso", disse o premiê de Israel.
Israel realiza maior operação por terra na Faixa de Gaza desde o início da guerra
Operação foi realizada nesta quinta-feira (26) em preparação para próximas fases de combate
Por: Juliana Rodrigues
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: EFE | EPA/HANNIBAL HANSCHKE
- As Forças de Defesa de Israel (FDI) anunciaram ter realizado uma operação por terra na Faixa de Gaza, nesta quinta-feira (26). A ação teve o intuito de atacar posições do grupo radical Hamas que está no território. De acordo com a agência Reuters, uma rádio de militares informou que a operação foi a maior feita por terra desde o dia 7 de outubro, quando o conflito mais recente iniciou. De acordo com as FDI, a operação feita por terra no território palestino foi feita em preparação para as próximas fases de combate. Outras operações por terra já foram realizadas por Israel, com a desta segunda-feira (23), que tinha o objetivo de procurar informações de reféns do grupo radical. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, já havia anunciado, em pronunciamento televisionado na quarta-feira (23), que o Exército se preparava para uma invasão à Faixa de Gaza por terra. “Estamos atuando para obter as melhores condições para começar a guerra. Quando entrarmos em Gaza, quando começar a guerra, não haverá nada que nos detenha para chegarmos ao objetivo. Nós temos apenas uma coisa para o Hamas, que é o fogo”, disse na data.
Ataque a tiros deixa cerca de 16 mortos e dezenas de feridos nos Estados Unidos
Atirador é um homem que já foi identificado pela polícia e tem 40 anos
Por: Juliana Rodrigues
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução | WGME-TV
- Um ataque a tiros deixou cerca de 16 pessoas mortas e dezenas de feridos na cidade de Lewiston, no Maine, Estados Unidos. Os tiroteios foram realizados por um homem que abriu fogo contra as vítimas em um bar e uma pista de boliche, na noite desta quarta-feira (25). A rede de TV norte-americana NBC informou inicialmente que 22 pessoas haviam morrido. Depois, passou a informar que eram de 16 a 20. As autoridades ainda não divulgaram um balanço oficial. Os dois locais onde o ataque foi realizado ficam a cerca de 6,5 km de distância um do outro. O atirador já foi identificado pela polícia e tem 40 anos. Agentes fazem buscas pelo homem, inclusive com o auxílio de helicópteros. Estabelecimentos comerciais e empresas foram orientados a fecharem as portas e as aulas foram suspensas na rede pública da cidade. Até o momento da publicação desta reportagem, a polícia encontrou apenas um carro branco, que acredita ter sido utilizado pelo assassino, no distrito de Lisbon, a 11 km de distância de Lewiston. As forças de segurança pediram para que a população faça denúncias que ajudem a encontrar o atirador.























