Júri do V FASAI destaca o papel do cinema como arte, crítica e transformação social
O júri oficial tem a árdua tarefa de selecionar cinco filmes entre os 31 que estão sendo exibidos.
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Foto: Assessoria FASAI
Está sendo realizada, no coração da Chapada Diamantina, a 5ª edição do Festival Americano de Cinema e Vídeo Socioambiental de Iraquara (FASAI), que teve 250 filmes inscritos, de 14 países das Américas, para a Mostra Competitiva do festival. Durante os dias 5 e 9 de novembro, o FASAI exibe filmes que estão concorrendo à premiação e promove oficinas de produção cultural gratuitas. O júri oficial tem a árdua tarefa de selecionar cinco filmes entre os 31 que estão sendo exibidos. As obras de curta, média e longa-metragem estão arrancando aplausos do público e trazendo debates atuais, além de reflexões filosóficas sobre a vida, e o meio ambiente. A equipe que vai escolher os filmes que merecem receber a premiação é composta por Aldri Anunciação, dramaturgo, escritor, roteirista, diretor de teatro e ator; Anselmo Pessoa Neto, professor titular da Universidade Federal de Goiás; José Araripe Jr., diretor e roteirista; Alberto Queiroz, graduado em Comunicação Visual e pós-graduado em Arte Contemporânea pela Universidade Federal de Goiás (UFG) e Olinda Tupinambá, multiartista, produtora cultural, performer e realizadora audiovisual. O professor Anselmo Pessoa Neto explicou que o processo de avaliação das obras passa pela análise completa de diversas nuances técnicas e criativas. “Eu tento pensar no todo e nas qualidades do filme em si, na arte cinematográfica. Pensar no conjunto de todas as artes que já compõem o cinema”, pondera. José Araripe Jr., que também ministrou uma oficina sobre direção de filmes, destacou que o FASAI foi essencial para a formação dos participantes. “Vivemos num mundo onde as imagens têm um protagonismo exacerbado. Todo mundo grava, todo mundo filma, mas, para contar uma história, são necessárias técnicas e conhecimentos. Na oficina mostramos como é importante unir o olhar técnico e artístico nesse processo criativo”, pontuou. Já Olinda Tupinambá destacou que o FASAI cumpre também uma função social, ao interiorizar as produções cinematográficas e aproximar as pessoas do cinema. “Acho que os festivais têm um papel fundamental, principalmente para quem vem do interior. A arte, para a gente, costuma chegar muito tarde. Diferente de quem vive nas grandes cidades, que pode simplesmente ir ao cinema, nós não temos esse acesso. Por isso, os festivais cumprem uma função social muito importante: levar à população algo que ela normalmente não conseguiria vivenciar”, avalia. Para o jurado Alberto Queiroz, graduado em Comunicação Visual e pós-graduado em Arte Contemporânea pela Universidade Federal de Goiás (UFG), eventos como o V FASAI promovem uma reflexão do ponto de vista da acessibilidade ao cinema. “No mundo das artes, o cinema é o mais comum, popular, de todas as artes, e eu acho que trazer uma discussão cultural para o meio da Chapada Diamantina, onde as pessoas têm pouquíssimo acesso a isso, e com filmes fora do padrão comercial, é de uma riqueza muito grande. Isso pode ampliar a percepção dos moradores locais”, destacou. Na opinião de Aldri Anunciação, festivais como o FASAI são espaços para se pensar as narrativas, onde o público se une com o criador em um ambiente importante para o diálogo sobre como se faz cinema no Brasil. “A gente pode encontrar novas formas de narrativas, formas diferentes de falar as coisas, e fazer isso dentro da Chapada Diamantina é muito especial. Então, vida longa para o Festival Americano de Cinema e Vídeo Socioambiental de Iraquara”, celebra Aldri. Festival como espaço de debates raciais e identitários - O FASAI também colocou em pauta questões raciais, identitárias e socioambientais. Aldri Anunciação pontuou como todo homem negro carrega dentro de si uma criticidade. “Nesse processo histórico de colonização, você vai criando defesas para sobreviver, quase como num jogo de capoeira, numa luta marcial — falo disso como metáfora. A gente desenvolve mecanismos para se proteger dos ataques dessa estrutura social em que vivemos. E, nesse movimento, nasce uma criticidade”, opina. Olinda Tupinambá contou que, com o cinema, conseguiu valorizar sua comunidade, gerar pertencimento e fortalecer a cultura dos povos originários. A multiartista viu no cinema uma ferramenta que traria mais acesso e visibilidade às suas lutas. Em sua obra Retomar para Existir, ela mostra como uma das lideranças da comunidade Tupinambá fez para reconquistar o território indígena. “Acho que é fundamental a gente entender que somos únicos — e que temos propriedade para falar sobre nós mesmos, do que vivemos, do que conhecemos e do que queremos fazer da vida. Isso é muito importante. Quando a gente se reconhece nesse lugar, entendemos também o quanto somos especiais”, pontuou. Para os jovens que querem fazer cinema, a multiartista recomenda: “olhem ao redor, vejam o que está sendo produzido. Assistir a filmes, observar o trabalho dos outros também inspira e traz muitas ideias. E mais: para começar, não é preciso ter uma câmera de última geração. Dá para começar com o que se tem. O importante é dar o primeiro passo. A vida vai se encarregando de abrir os caminhos e trazer as oportunidades”, finalizou. Fonte: Assessoria de Imprensa do V FASAI - Jornalista: Yuri Almeida - Contato: 71 99275-5876
FASAI consolida Iraquara como capital cultural da Chapada Diamantina
O Festival é a concretização de um sonho acalentado pelo prefeito de Iraquara, Nino Coutinho, idealizador do evento.
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Foto: FASAI
A Chapada Diamantina mostra mais uma vez a sua riqueza cultural. Nesta quarta-feira (05), tem início a 5ª edição do Festival Americano Socioambiental de Cinema e Vídeo de Iraquara (FASAI), trazendo uma programação diversificada para a Mostra Competitiva. A abertura acontece às 18h30, no Teatro do Colégio Estadual de Tempo Integral de Iraquara e a programação se estende até o dia 09 de novembro. O Festival é a concretização de um sonho acalentado pelo prefeito de Iraquara, Nino Coutinho, idealizador do evento e que cumpre seu quarto mandato com uma visão clara: potencializar a cultura como ferramenta para impulsionar o turismo e a economia local. A realização do FASAI conta com a expertise da Etnia Produções, produtora com atuação nacional, uma parceria que o gestor define como um sucesso. Para Nino Coutinho, um apaixonado por cinema, o Festival nasceu da necessidade de criar novas alternativas para fomentar o turismo em Iraquara. A cidade, já abençoada com riquezas naturais, precisava de um novo ângulo de divulgação. "Iraquara tem uma gama de atrativos fantásticos, como a Pratinha, a Gruta Lapa Doce, a Caverna Torrinha... Quando assumimos, queríamos mostrar isso para o mundo. Envolver a população culturalmente, fazer algo diferente, essa ideia passou pela minha cabeça de imediato", conta o prefeito. A inspiração veio do consagrado Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (FICA), na cidade de Goiás. Ao ser apresentado a Wilmar Ferraz, diretor da Etnia Produções e realizador do FICA, a ideia tomou corpo: "Tivemos uma empatia muito bacana e começamos a discutir um nome para o festival, com o pensamento de que o Festival das Américas pudesse atingir todo o continente. De lá para cá, já realizamos 5 edições, uma parceria que deu certo", explica Coutinho. O FASAI se firmou como um marco na região, sendo pioneiro na Chapada Diamantina ao casar cinema, cultura e apelo socioambiental. O Festival não atrai apenas o turista de aventura, das cavernas e trilhas, mas também um público mais diferenciado, conceituado e exigente, voltado para o turismo cultural e em busca de películas de qualidade. O impacto vai além da exibição de filmes. As oficinas de produção de vídeos, cultural, fotografia e audiovisual oferecidas gratuitamente se tornaram um legado fundamental, envolvendo a comunidade local. Este fomento cultural e turístico tem reflexos diretos na economia.
Foto: FASAI
O Festival, somado a outras iniciativas como a produção de biodiesel no município, através da empresa Oleoplan, a agricultura familiar, turismo e o comércio pujante, tem colocado Iraquara em destaque. Segundo o gestor, o município é hoje a segunda cidade com maior PIB da Chapada Diamantina, atrás apenas de Mucugê. O desejo do gestor é que o Festival se expanda e se torne um evento permanente no calendário da cidade, sobrevivendo a futuras gestões. "O meu propósito é deixar um legado de cultura e do cinema na Chapada Diamantina, para que possamos relembrar de como foi o início, e todos possam usufruir disso", revela. Além do sucesso do FASAI, o prefeito Nino Coutinho projeta um atrativo turístico de proporções gigantescas que promete redefinir o turismo cultural e científico na Bahia: o Parque da Mega Fauna. O município de Iraquara é um tesouro paleontológico, com cerca de 200 cavernas catalogadas que abrigam um acervo riquíssimo de fósseis de animais pré-históricos. "A nossa meta é transformar essa megafauna que está aqui embaixo em um museu, para que possa ser visitado pelo turista, com réplicas, com história, com o Museu de História Natural de Paleontologia, de Arqueologia, Espeleologia, para que as pessoas venham visitar”, detalha Coutinho. O projeto inovador prevê uma infraestrutura completa, com lago artificial, restaurantes e 13 caminhos temáticos, cada um representando e destacando as características particulares dos municípios da Chapada. Nino cita como exemplo, o caminho de Piatã, que por ser a cidade mais alta, contemplará um mirante para observação do território. O projeto contempla ainda um anfiteatro para 2.000 pessoas ao ar livre e 500 em área coberta, receptivo turístico e cafés. O prefeito de Iraquara garante que o projeto está pronto, e diz que a meta é deixar o Parque da Mega Fauna concluído antes do fim de sua gestão. Fonte: Assessoria de Imprensa – V FASAI - Jornalista: Lívia Lemos/DRT 3461
Ainda Estou Aqui conquista prêmio de Melhor Filme Internacional no Oscar 2025
Longa dirigido por Walter Salles conta a história da família Paiva na década de 70, em meio ao contexto da ditadura militar brasileira
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Longa dirigido por Walter Salles conta a história da família Paiva na década de 70, em meio ao contexto da ditadura militar brasileira - Foto: Reprodução
Dirigido por Walter Salles, o filme brasileiro 'Ainda Estou Aqui' conquistou na noite deste domingo (2), o prêmio de Melhor Filme no Oscar 2025. A vitória do longa reflete a potencial presença de filmes internacionais nos principais prêmios da indústria cinematográfica mundial. A obra é baseada no livro autobiográfico de Marcelo Rubens Paiva sobre o próprio pai, o deputado federal Rubens Paiva, que foi preso e morto durante a ditadura militar. Após a morte do marido, Eunice Paiva precisa mudar de rotina e vira ativista de direitos humanos. A produção já conquistou vários prêmios, incluindo o de Melhor Roteiro no Festival de Veneza deste ano, um dos festivais de cinema mais importantes do mundo.
Comercial ou cultural: Em meio a artistas do Arrocha e Sertanejo, Forró perde espaço no São João
Entre os cinco artistas mais contratados na Bahia, apenas um é do Forró
Por: Laisa Gama
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Foto: Mateus Pereira | GOVBA
- Com mais de 1.200 artistas contratados, os festejos juninos já começaram com muita empolgação em mais de 300 municípios da Bahia. Apesar disso, o forró, estilo musical típico e tradicional do período, não é mais o protagonista. Apenas uma banda do gênero está entre os cinco artistas mais contratados no estado. Mastruz com Leite, banda de forró eletrônico, ficou atras dos três artistas mais contratados: Toque Dez, Devinho Novaes, Heitor Costa, de outro ritmo baiano, o Arrocha. Fecha a lista em quinto lugar Tayrone, do mesmo gênero. O cachê destinado a estes artistas também fica para trás quando comparado a outros gêneros. Neste ano, o artista com maior cachê é Gusttavo Lima, do sertanejo, com valor de contrato de R$1,1 milhão, em Luís Eduardo Magalhães. Apenas dois artistas do forró estão entre os mais bem pagos: um deles é Nattan, artista que traz o forró, mas mistura com samba, pagode, música regional brasileira e trap. Wesley Safadão, com forró eletrônico, também está entre os mais bem pagos. Os dados são do Painel Junino do Ministério Público da Bahia. A cultura dançou? A perda da tradicionalidade e a necessidade de agradar o público são apontados pelo professor Milton Moura, doutor em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela Universidade Federal da Bahia, como uma das principais razões para a falta de protagonismo do forró. Moura avalia como um “absurdo” a hipervalorização de artistas da cultura do rodeio, tradicional do eixo Minas Gerais - São Paulo - Mato Grosso do Sul, em detrimento de artistas locais. “A intenção é conquistar grandes públicos, mas acaba estimulando os públicos de pequenas cidades ou até do campo a acharem que o que é bom é o que vem de fora”, avalia. A opinião de Milton é compartilhada pelo pesquisador e compositor Roberto Mendes, que acredita que há uma falta de compromisso no Brasil como um todo com a cultura. “Não tem um estudo, uma investigação sobre o comportamento nacional com o São João, uma das festas mais populares do país”, aponta. Fraco comercialmente - Mas há também quem pense diferente. Por exemplo, o forrozeiro Léo Macedo, que comanda a banda Estakazero, defende que a questão principal não é a desvalorização do forró, mas sim a falta de artistas com grande expressividade do gênero musical. “Não há tantos artistas de forró que tenham popularidade e notoriedade. Você pega todos os artistas de forró e não daria conta de fazer tanta festa. É uma questão matemática mesmo”. O problema, segundo ele, é que gênero musical não está em um momento tão bom comercialmente, como o piseiro, o sertanejo e o arrocha. Forró no Congresso - Em meio a discussões sobre a falta do forró na festividade, um projeto de lei entrou em discussão na Câmara dos Deputados no ano passado. Além de tentar regulamentar a destinação de recursos públicos para as festas juninas, ele determina que, no mínimo, 80% da verba destinados à contratação de artistas e conjuntos musicais sejam usados para apresentações de forró. À época, a proposta gerou repercussão nacional após ter sua urgência aprovada, mas sua discussão está paralisada na Casa. Celso Moura acredita que, caso sancionada, a legislação pode ser um grande passo na valorização da cultura local. Já Léo Macedo defende que outra alternativa seria mais interessante para a resolução do problema, como a criação de um cadastro e estudo detalhado sobre os artistas de Forró com relevância histórica, para ajudar a formalizar esses artistas.
Criador de Dragon Ball, morre Akira Toriyama, aos 68 anos
"Ele deixou muitos títulos de mangá e obras de arte para este mundo", diz um trecho do comunicado publicado no site da famosa franquia
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Foto: Reprodução
- Criador da franquia "Dragon Ball", morreu aos 68 anos Akira Toriyama, vítima de um hematoma subdural, que é quando acontece um acúmulo de sangue entre o cérebro e o crânio. A morte aconteceu no dia 1º de março, mas só foi divulgada, por estúdios ligados ao artista, na madrugada desta sexta-feira (8). "Lamentamos profundamente que ele ainda tivesse vários trabalhos em andamento com grande entusiasmo. Além disso, ele teria muito mais a realizar", diz o comunicado publicado no site do Dragon Ball. E continua: "Ele deixou muitos títulos de mangá e obras de arte para este mundo. Graças ao apoio de tantas pessoas ao redor do mundo, ele pôde continuar suas atividades criativas por mais de 45 anos. Esperamos que o mundo único de criação de Akira Toriyama continue a ser amado por todos por muito tempo". O funeral do artista foi reservado apenas para a família. Além de Dragon Ball, Toriyama foi criador de vários outros mangás, como Dr. Slump (1980), Cowa! (1998), Kajika (1999), Sand Land (2000) e Neko Majin (2000).
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Foto: Redes Sociais
- O Grammy Latino 2023 foi entregue na tarde desta quinta-feira (16), premiando cantores e artistas da América Latina. A cerimônia foi realizada em Sevilha, na Espanha. A premiação, uma das mais importantes do cenário musical, tem categorias específicas para trabalhos em língua portuguesa. Entre as vencedoras, está a cantora paraense Gaby Amarantos, que ganhou na categoria Melhor Álbum de Música de Raízes em Língua Portuguesa, com Tecnoshow, que mistura ritmos brega e eletrônico. Esta foi a terceira indicação da cantora. No discurso de agradecimento, ela dedicou o prêmio às mulheres negras, da Amazônia e da periferia. “Eu sou uma artista da Amazônia, da Floresta Amazônica do Brasil. E faço música da periferia negra de Belém do Pará. Quero agradecer, sou uma artista independente. Estou há 20 anos trabalhando com esse estilo. Recebo com muita honra, alegria esse prêmio reconhecendo a música como música de raízes brasileira. Viva o tecnobrega!”, disse. O destaque foi o prêmio póstumo a Marília Mendonça na categoria Melhor Álbum de Música Sertaneja, por Decretos Reais, lançado em maio deste ano. A cantora morreu em novembro de 2021, em um acidente aéreo. “Não é e nunca será a mesma coisa sem você aqui, sabemos quanto você estava focada em buscar esse Grammy e fazer seu tão sonhado discurso em espanhol. Discurso que seria um fomento a união latino-americana através da música, das artes e do respeito. Que só a arte poderia romper as barreiras que a diferença das línguas promover. E temos esperança que o seu legado inspire novos talentos a brilhar e superar as dificuldades”, postou a equipe da cantora nas redes sociais. A banda de rap e rock Planet Hemp levou dois gramofones nas categorias: melhor álbum de rock ou de música alternativa em língua portuguesa e melhor interpretação urbana em língua portuguesa. Veja abaixo a lista dos brasileiros vencedores do Grammy Latino 2023: Melhor Álbum de Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa; Xênia França – Em nome da Estrela; Melhor Álbum de Rock ou de Música Alternativa em Língua Portuguesa - Planet Hemp – Jardineiros; Melhor Interpretação Urbana em Língua Portuguesa -Planet Hemp e Criolo – Distopia; Melhor Álbum de Samba/Pagode; - Martinho da Vila – Negra Ópera; Melhor Álbum de Música Popular Brasileira; - João Donato – Serotonina; Melhor Álbum de Música Sertaneja; - Marília Mendonça – Decretos Reais; Melhor Álbum de Música de Raízes em Língua Portuguesa; - Gaby Amarantos – Tecnoshow; Melhor Canção em Língua Portuguesa; - Tiago Iorc e Duda Rodrigues – Tudo O que A Fé pode Tocar; Melhor Álbum de Música Cristã em Língua Portuguesa; - Eli Soares - Nós.
Forró é reconhecido como manifestação da cultura nacional
Ritmo musical existe há cerca de 70 anos no país
Por: Sabrina Craide
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O gênero musical forró foi reconhecido como manifestação da cultura nacional O projeto de lei que já havia sido aprovado na Câmara dos Deputados e no Senado foi sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta terça-feira (7). Segundo o projeto de lei, o forró é um dos mais autênticos gêneros musicais brasileiros. Nascido a partir da mistura de ritmos tradicionais da Região Nordeste como baião, xaxado, coco, arrasta-pé e xote, existe há cerca de sete décadas. Em 2021, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) declarou as matrizes tradicionais do forró como Patrimônio Cultural do Brasil. Participaram da assinatura a ministra da Cultura, Margareth Menezes, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, e o deputado federal Zé Neto (PT-BA), autor da proposta, e a senadora Teresa Leitão (PT-PE), que foi relatora do projeto no Senado. “Um passo gigantesco para o nosso forró nordestino, e que passará a ter muito mais grandeza, respeito e possibilidade de fazer parte das políticas públicas em nosso país”, disse o deputado nas redes sociais.
Aos 83 anos, morre a atriz Aracy Balabanian
A atriz foi diagnosticada com câncer de pulmão no fim do ano passado
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Foto: Jair Magri
- Morreu, nesta segunda-feira (7), aos 83 anos, Aracy Balabanian. A atriz foi diagnosticada com câncer de pulmão no fim do ano passado e estava internada na Clínica São Vicente, na Gávea, zona sul do Rio de Janeiro. A notícia é do portal Metrópoles. A artista passava por um tratamento para um derrame pleural, que causa acúmulo de líquido nos pulmões quando descobriu dois tumores nos órgãos e ficou bastante abalada, em outubro do ano passado, segundo o programa A Tarde é Sua. Aracy deixou sua marca na televisão brasileira com atuações em séries e novelas, incluindo "Sai de Baixo", "Vila Sésamo", "Corrida do Ouro", "Ti-Ti-Ti" e "A Próxima Vítima". Seu último trabalho completo na TV foi a novela "Sol Nascente", de 2016. Desde então, ela fez participações esporádicas em produções como "Malhação" e "Juntos a Magia Acontece".
Lula decreta luto oficial de três dias por morte de Rita Lee
O decreto deve ser publicado ainda nesta terça-feira (9), na edição extra do Diário Oficial da União
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Foto: Reprodução
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decretou, nesta terça-feira (9), luto oficial de três dias, ao redor de todo o território nacional, em razão da morte da cantora Rita Lee Jones de Carvalho. Segundo o governo, o decreto já foi assinado pelo mandatário e deve ser publicado ainda durante a tarde desta terça, na edição extra do Diário Oficial da União. “Cantora, compositora, atriz e multi instrumentista. Uma artista a frente do seu tempo. Julgava inapropriado o título de rainha do rock, mas o apelido faz jus a sua trajetória”, escreveu o petista nas redes sociais. “Jamais será esquecida e deixa na música e em livros seu legado para milhões de fãs no mundo inteiro. Meu abraço fraterno aos filhos Beto, João e Antônio, familiares e amigos”, concluiu.
Morre Rita Lee, rainha do rock brasileiro, aos 75 anos
Artista foi diagnosticada com com câncer de pulmão em 2021 e vinha fazendo tratamentos contra a doença
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Foto: Reprodução | Redes Sociais
- Morreu, no fim da noite desta segunda-feira (8), a cantora e compositora Rita Lee, aos 75 anos. Consagrada como a rainha do rock brasileiro, a artista foi diagnosticada com com câncer de pulmão em 2021 e vinha fazendo tratamentos contra a doença. Rita Lee faleceu na sua residência, na cidade de São Paulo. Segundo o comunicado publicado na conta da artista nas redes sociais, Rita Lee morreu "cercada de todo o amor de sua família, como sempre desejou". "Nesse momento de profunda tristeza, a família agradece o carinho e o amor de todos", fecha a nota. De acordo com a vontade de Rita, seu corpo será cremado. A cerimônia será particular. Já o velório será aberto ao público, no Planetário do Parque Ibirapuera, na quarta-feira, dia 10, das 10h às 17h. Nascida em São Paulo, a cantora ajudou a incorporar a revolução do rock à explosão criativa do tropicalismo. A artista formou a banda brasileira de rock mais cultuada no mundo, os Mutantes, e criou canções na carreira solo com enorme apelo popular sem perder a liberdade e a irreverência.
Sequência de ‘O Auto da Compadecida’ é confirmada após 23 anos
Novidade foi anunciada pelo ator Selton Melo neste domingo (12) no Instagram
Por: Carolina Papa
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Foto: Redes Sociais
- A produção ‘O Auto da Compadecida’ ganhará uma sequência após 23 anos do lançamento do primeiro filme. A novidade foi anunciada pelo ator Selton Melo neste domingo (12) no Instagram. ‘O Auto da Compadecida 2’ vai estrear nos cinemas em 2024. O primeiro filme, baseado na peça teatral de Ariano Suassuna (1927-2014), escrita em 1995, é considerado um clássico do cinema nacional desde o lançamento em 2000. A produção que narra a história de João Grilo e Chicó arrecadou a maior bilheteria nos cinemas em 2000 e acumulou prêmios de melhor diretor e melhor roteiro. “Desde a sua estreia ‘O Auto da Compadecida’ continua sendo exibido nas telinhas e parece que João Grilo e Chicó estavam querendo pular pra fora para viver novas peripécias. Pedimos licença a Ariano Suassuna para dar uma continuidade à história desta grande amizade”, declarou Guel Arraes, diretor do primeiro filme, no anúncio.
Imperatriz Leopoldinense é a campeã do Carnaval do Rio de 2023
Enredo da escola se baseou na literatura de cordel para contar a história do cangaceiro Lampião
Por: Bruna Fantti e Júlia Barbon
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Foto: Divulgação
- Com rima de cordel, mas batuque de samba, a Imperatriz Leopoldinense venceu o Carnaval 2023 no Rio. A escola contou a história de Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião. O enredo teve um dos nomes mais compridos do Carnaval 2023: "O Aperreio do cabra que o excomungado tratou com má-querença e o santíssimo não deu guarda". O carnavalesco, Leandro Vieira, usou como fio condutor o sertão e a chegada do bando de cangaceiros de Lampião. O diferencial do enredo foi o que ocorreu com Lampião após sua morte: nem o céu nem o inferno o queriam. O controverso personagem foi representado junto com Maria Bonita pelo primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Phelipe Lemos e Rafaela Theodoro. A agremiação, das cores verde, branco e ouro, é conhecida pela excelência técnica e foi mais uma entre as escolas que apostaram em temas vinculados ao Nordeste. O mestre de bateria da Imperatriz, Luiz Alberto Lolo, por sua vez, disse que não conseguia encontrar as palavras certas para a vitória após 22 anos. "Não sei como descrever. Fomos rebaixados, agora somos campeões, passamos por muita humilhação. É uma sensação incrível ser campeão e com notas 10", afirmou. A presidente da Imperatriz, Catia Drumond, agradeceu a moradores do Complexo do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro. "É para vocês", disse, na comemoração. Em festa, o complexo de favelas e o bairro de Ramos, na zona norte do Rio, entoavam com toda força o samba-enredo da Imperatriz Leopoldinense depois da confirmação do título da escola após o jejum de 22 anos. A agremiação anunciou a distribuição de 15 mil latinhas de cerveja na quadra enquanto esperava a chegada dos dirigentes e componentes que acompanharam a apuração no Sambódromo da Sapucaí. Após quatro quesitos, a escola assumiu a liderança isolada na disputa, seguida seguida pela Viradouro, o que se manteve até o anúncio da vitória para a Imperatriz. As duas escolas foram as únicas entre as 12 a tirar a nota máxima em Alegoria e Adereços. Para os desfiles, o carnavalesco da campeã, Leandro Vieira, apostou em um visual popular e de fácil identificação para contar o enredo. Uma ala de mandacarus, plantas que compõem a paisagem sertaneja, abriu o desfile. Em seguida, a escola simbolizou cangaceiras que, segundo a descrição do carnavalesco, "encarnam o espírito arredio das mulheres que marcaram o bando de Lampião". As fantasias faziam referência à cangaceira Dadá, a primeira a portar um fuzil. O segundo carro alegórico, chamado "Dia 28: rebuliço no olho do mamulengo", também trouxe uma interpretação lúdica da famosa fotografia das cabeças degoladas em exposição, após a morte de Lampião, Maria Bonita e membros do cangaço, dia 28 de julho de 1938. As cabeças usadas para reproduzir o episódio eram de bonecos mamulengos, arte tradicional do Nordeste. Mais à frente, desfilaram "fantasmas sertanejos", com fantasias com véus. Na história de cordel contada pela Imperatriz, Lampião não é aceito nem pelo inferno, nem pelo céu. Sem abrigo, ele vagueia pela cultura nordestina e vira um fantasma sertanejo.
Maria Marighella é oficialmente nomeada como presidente da Funarte
A nomeação foi divulgada no Diário da União e assinada pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT)
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A vereadora Maria Marighella (PT), nesta terça-feira (7), foi nomeada para assumir o cargo de presidente da Fundação Nacional das Artes (Funarte). A nomeação foi divulgada formalmente no Diário Oficial da União, e assinada pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT). "Assumo com muita honra a missão que me foi confiada pela ministra Margareth Menezes - a quem celebro e agradeço. É uma grande responsabilidade ser a primeira mulher nordestina a ocupar esta Presidência", declarou. Além disso, após o anúncio, Marighella realizou uma publicação agradecendo pela oportunidade de retornar à Funarte. "Junto aos segmentos artísticos e em constante diálogo com servidoras e servidores, vamos retomar a construção e a implantação da Política Nacional das Artes, e refundar a Fundação Nacional de Artes que, em 2025, completará 50 anos!", escreveu.
Morre o cantor e compositor Erasmo Carlos
Erasmo Carlos havia sido internado na manhã desta terça-feira (22) no Hospital Barra Dór, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, às pressas
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- Morreu, nesta terça-feira (22), o cantor e compositor Erasmo Carlos. A causa da morte ainda não foi divulgada. Erasmo Carlos havia sido internado na manhã desta terça-feira (22) no Hospital Barra Dór, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, às pressas. No início do mês, o artista comemorou a alta após duas semanas de internação no Barra D'Or para realizar exames e tratar uma síndrome edemigênica. A doença ocorre quando há um desequilíbrio das forças bioquímicas que mantêm os líquidos dentro dos vasos sanguíneos. Geralmente é causada por patologia cardíacas, renais e dos próprios vasos. O artista completou 81 anos de idade em 5 de junho. Nascido e criado na Tijuca, zona norte do Rio de Janeiro, Erasmo sempre foi apaixonado por música. Conhecido por ser um dos pioneiros do rock brasileiro e por sua parceria com Roberto Carlos, ele deixa um grande legado para a música no Brasil. Gravou sucessos como "Gatinha manhosa", "Vem quente que eu estou fervendo" e "Minha fama de mau". Erasmo participou ainda efetivamente junto com Roberto Carlos e com Wanderléa do programa Jovem Guarda, e recebeu o apelido de "Tremendão".
Apresentador Jô Soares morre aos 84 anos em São Paulo
Entrevistador estava internado desde o fim de julho
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Foto: Reproducão
- O apresentador e humorista Jô Soares faleceu na madrugada desta sexta-feira (5). Jô estava internado desde o fim de julho no Hospital Sírio Libanês em São Paulo. A confirmação da morte foi feita pela ex-mulher do entrevistador, Flávia Pedras Soares, através das redes sociais, mas a causa da morte não foi divulgada. “Faleceu há alguns minutos o ator, humorista, diretor e escritor Jô Soares. Nos deixou no hospital Sírio Libanês, em São Paulo, cercado de amor e cuidados. O funeral será apenas para família e amigos próximos”, escreveu. Jô trabalhou nas emissoras Continental, TV Rio, Tupi, Excelsior, Record, SBT e na Globo. Fez carreira como humorista antes de se tornar apresentador. No humor programas como 'Viva o Gordo' foram sucesso na televisão. Já nas entrevistas começou no Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) com o programa “Jô Soares Onze e Meia”, que foi ao ar entre 1988 e 1999. Em 2000, o humorista iniciou aquele que se tornou seu programa mais famoso, o “Programa do Jô”, encerrado em 2016. Jô também fez sucesso no teatro e na literatura. Durante a carreira escreveu as seguintes obras: “O astronauta sem regime” (1983), coletânea de crônicas publicadas originalmente em “O Globo”, e seu livro de estreia. O romance, “O Xangô de Baker Street” (1995), liderou as listas dos mais vendidos e foi adaptado para o cinema em 2001. As obras seguintes foram “O homem que matou Getúlio Vargas” (1998), “Assassinatos na Academia Brasileira de Letras” (2005) e “As esganadas” (2011).
Podcast Rádio Antiquis lança episódios sobre impactos da pandemia em festas populares
Bate-papo reúne pesquisadores e produtores culturais para discutir consequências da covid-19 na Romaria de Bom Jesus da Lapa e Festas de Reis do Alto Sertão Baiano
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- Como ficam as tradições culturais e religiosas de rua em tempos de pandemia? Essa é a questão que norteia os dois episódios de estreia do podcast Rádio Antiquis que discute os impactos da Covid-19 na Romaria de Bom Jesus da Lapa e nas Festas de Reis do Alto Sertão baiano, a partir de um bate-papo entre pesquisadores e produtores culturais. O projeto é realizado através da parceria entre o Antiquis – Núcleo de Estudos do Sertão Primeiro e o Gepercs - Grupo de Estudos e Pesquisa em Educação, Religião, Cultura e Saúde da UNEB. O podcast será disponibilizado nas principais plataformas digitais: Spotify, Deezer e Youtube nos dias 28 e 31 de março, mais informações podem ser acompanhadas pelo instagram @antiquis.nucleo. O podcast é conduzido por Anderson Cunha, coordenador do Antiquis e Sandra Célia Coelho, coordenadora do Gepercs. O primeiro episódio fala sobre a origem, tradição e perspectivas futuras da Romaria de Bom Jesus da Lapa, a maior da Bahia e a terceira maior do Brasil, e conta com a participação Krzystof Dworak, Doutor em Ciências das Religiões (PUC/SP), pesquisador de romarias e liturgia e Rafaela Carvalho, Mestranda em Intervenção Educativa e Social. Já o segundo episódio traz o pesquisador e produtor cultural Luiz Benevides, que produz há mais de 34 anos o Festival de Terno de Reis de Caetité, e destaca os desafios de manter viva a tradição frente à nova realidade da saúde pública. Os participantes também discutem a dificuldade na transmissão dos saberes às novas gerações e a preservação da memória cultural. "São tradições com séculos de história. A Romaria do Bom Jesus data do século XVII e existem Ternos de Reis na região que os descendentes tem relatos de dois séculos de atuação, ou seja, o que vivenciamos não tem precedente e o impacto é muito grande", pontua Anderson Cunha. Frente à importância dessas manifestações para a cultura identitária do sertão, onde a presença física se faz imprescindível para a realização das cerimônias, os convidados da Rádio Antiquis analisam os impactos e possíveis soluções no atual cenário de saúde pública. "A impossibilidade da realização dessas festas interromperam um ciclo sagrado de fé, de confraternização e renovação da vida em comunidade. É necessário entender o dano causado pela covid para que se possa pensar no futuro das tradições que dependem da presença física para se realizar", explica Anderson. O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura (Prêmio Cultura na Palma da Mão/PABB) via Lei Aldir Blanc, redirecionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.
Elomar tem melhora clínica e já deve receber alta da UTI em Conquista
Elomar está internado desde o dia 21 de fevereiro, por complicações da Covid
Por: André Uzêda
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- O cantor e compositor Elomar Figueira Mello, de 84 anos, teve melhora clínica e está muito próximo de receber alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI). As informações são do boletim do Hospital Samur, em Vitória da Conquista, onde o artista está internado desde o dia 21 de fevereiro. Elomar deu entrada após ter complicações da Covid-19, compremetendo parte do seu pulmão. O violeito havia tomado apenas uma dose de vacina (da Janssen), sem ter retornado para a dose de reforço. Durante a internação, o músico chegou a ser intubado duas vezes. No momento, de acordo com o boletim, ele está lúcido e "evolui sem intercorrências", com "boa evolução clínica". Mesmo depois de sair da UTI, Elomar continuará em observação no hospital.
Cantor Elomar volta a ser intubado; equipe médica diz que quadro é estável
O artista está internado desde o dia 21 de fevereiro em decorrência da Covid-19
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- O cantor, compositor e violeiro baiano Elomar Figueira Mello, 84 anos, voltou a ser intubado. Ele está internado no Hospital Samur, em Vitória da Conquista, desde o dia 21 de fevereiro, em decorrência da Covid-19. Segundo o boletim médico, o músico apresenta quadro clínico estável, sem febre, sem complicações cardíacas ou renais. "No entanto, apresentou necessidade de retornar à ventilação mecânica, sendo necessária intubação. O procedimento foi feito hoje pela manhã, sem intercorrências", informa o boletim. Ainda segundo o boletim, Elomar não tem previsão de alta e está na Unidade de Terapia Intensiva, sob os cuidados das equipes médicas da UTI Respiratória do Hospital Samur.
Internado na UTI, Elomar tem ‘melhora progressiva dos parâmetros ventilatórios’
Músico deu entrada no dia 21 de fevereiro, diagnosticado com Covid-19
Por: Jamile Amine
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- Internado desde o dia 21 de fevereiro na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Samur, em Vitória da Conquista, no Sudoeste baiano, o cantor e compositor Elomar apresenta melhora, segundo boletim médico divulgado nesta terça-feira (1º). O artista, que deu entrada na unidade de saúde após ser diagnosticado com Covid-19, está sob ventilação mecânica desde a noite de quarta-feira (23), mas agora, de acordo com relatório médico, “vem apresentando melhora progressiva dos parâmetros ventilatórios”. “[O paciente] tolerou bem à suspensão do bloqueador neuromuscular e foi retirada a sedação venosa. Seu quadro clínico é estável e segue com os protocolos médicos, adequados para o caso dele”, diz o boletim. Ainda não há previsão de alta.
Em velório aberto, fãs se despedem de Paulinha Abelha em Aracajú
Cerimônia acontece no Ginásio Constâncio Vieira, aberto desde às 7 desta sexta-feira
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- O Ginásio Constâncio Vieira, em Aracajú, abriu as portas para que os fãs se despeçam da cantora Paulinha Abelha, vocalista da banda Calcinha Preta. A artista morreu na noite de quarta-feira (23), no Hospital Privamera, após complicações renais. O corpo saiu da unidade hospitalar e seguiu para um velatório no Centro da capital, por volta das 23h, para familiares e amigos mais próximos. Às 6h, seguiu em cortejo pelas ruas da cidade até o ginásio, que tem capacidade para 6 mil pessoas. Um corredor foi preparado para as visitas, que farão a despedida e sairão do local. Na sexta (25), o corpo segue para o Ginásio de Esportes José Maria, cidade natal da cantora, Simão Dias, onde também será aberto ao público. A vocalista da Calcinha Preta estava internada há quase duas semanas em unidades de terapia intensiva (UTI), para tratamento renal. A cantora morreu às 19h26 em decorrência de um quadro de comprometimento multissistêmico, segundo nota divulgada pela assessoria de comunicação do Hospital Primavera.
Morre Arnaldo Jabor, cineasta e jornalista, aos 81 anos
Jabor sofreu em dezembro um acidente vascular cerebral
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- Faleceu nessa terça-feira (15), aos 81 anos, o jornalista e cineasta Arnaldo Jabor. O jornalista estava internado desde o dia 17 de dezembro no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, após sofrer um acidente vascular cerebral. Segundo a Folha de S. Paulo, a causa da morte foram complicações do AVC. Jabor fez parte da geração do cinema novo e dirigiu sucessos como "Toda Nudez será Castigada" (1973) e "Eu sei que vou te amar" (1986), indicado à Palma de Ouro de melhor filme do Festival de Cannes. Como jornalista se tornou mais conhecido por seus comentários nos telejornais da TV Globo desde os anos 1990. O último comentário foi no dia 18 de novembro de 2021, quando abordou as suspeitas de interferência política no Enem.
Cantora Elza Soares morre aos 91 anos
Artista morreu de causas naturais; informação foi divulgada pela sua assessoria
Por: Luciana Freire
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- A cantora Elza Soares morreu aos 91 anos nesta quinta-feira (20), no Rio de Janeiro. A informação foi divulgada pela sua assessoria. "É com muita tristeza e pesar que informamos o falecimento da cantora e compositora Elza Soares, aos 91 anos, às 15 horas e 45 minutos em sua casa, no Rio de Janeiro, por causas naturais", diz o comunicado ."Ícone da música brasileira, considerada uma das maiores artistas do mundo, a cantora eleita como a Voz do Milênio teve uma vida apoteótica, intensa, que emocionou o mundo com sua voz, sua força e sua determinação [...] A amada e eterna Elza descansou, mas estará para sempre na história da música e em nossos corações e dos milhares fãs por todo mundo. Feita a vontade de Elza Soares, ela cantou até o fim". Elza Gomes da Conceição é cantora e compositora. Em 1999, foi eleita pela Rádio BBC de Londres como a cantora brasileira do milênio.
Ator e humorista Batoré morre aos 61 anos em São Paulo
Ivanildo morreu vítima de um câncer
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- O ator e humorista Ivanildo Gomes Nogueira, de 61 anos, conhecido como Batoré, morreu nesta segunda-feira (10), em São Paulo, vítima de câncer. De acordo com nota da prefeitura, que lamenta o falecimento, Batoré morreu na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Pirituba, Zona Norte da capital. Seu principal personagem, Batoré, integrou o elenco do programa "A Praça é Nossa", do SBT. Já em 2016, Ivanildo foi contratado pela Rede Globo para a novela "Velho Chico".
Há 20 anos, o Brasil perdia o talento musical de Cássia Eller
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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- Há exatos 20 anos, mais precisamente no dia 29 de dezembro de 2022, o Brasil perdia a cantora Cássia Eller, aos 39 anos, no auge da fama. Cássia sofreu três paradas cardíacas em seu apartamento, na cidade do Rio de Janeiro. A cantora de voz grave, rasgada e potente, iniciou a carreira em 1990, quando lançou seu primeiro disco. No entanto, em de Brasília, com apenas 18 anos, Cássia já chamava a atenção cantando em bares e casas de show. Em suas regravações, já que a artista pouco se aventurava nas composições, Cássia bebeu nas mais diversas fontes — desde o samba de Riachão, passando pelo lirismo de Cazuza, até o grunge do Nirvana. — Mas foi com Nando Reis, ex-Titãs, que sua verve de intérprete alcançou a mais perfeita tradução, como bem diz Caetano Veloso. Em All Star, música em que Nando narra a vivência com a amiga, o compositor ressalta este encontro de almas musicais — O tom que eu canto as minhas músicas para tua voz parece exato — reconhece Reis. E foram inúmeros sucessos que Cássia gravou de Nando Reis, com destaque para O segundo sol, Relicário, Luz dos olhos e As coisas tão mais lindas. Além de Nando Reis, Cássia Eller nutria profunda admiração por Cazuza. E é exatamente de Cazuza, o maior sucesso da trajetória de Cássia, Malandragem, canção composta por Cazuza e Frejat para Angela Rô Rô, a quem Cazuza, segundo palavras de seu parceiro Frejat, tinha uma espécie de devoção. Porém, Angela não gostou nada da música e, com a rejeição musical, tempos mais tarde, Frejat autorizou que Cássia gravasse, o que a colocou no topo das paradas musicais do Brasil. Apesar de boa aceitação nas rádios especializadas, já que na época ainda não havia os serviços de streaming, Cássia Eller não era conhecida do grande público brasileiro. Todavia, no início dos anos 2000, a MTV deu início a uma série de acústicos, e o disco gravado por Cássia Eller é considerado pela crítica especializada, um dos melhores que a emissora lançou, dada a riqueza do repertório e a versatilidade artística da cantora. Mesmo depois de 20 anos de sua morte, que se estivesse viva estaria com 59 anos de idade, Cássia Eller pode ser considerada como uma das últimas novidades da música popular brasileira, e os deuses da música parecem saber disso, pois em 2013, para deleite dos amantes da boa música, uma fita K7 com registros inéditos foi encontrada durante uma “garimpagem” para reunir o acervo da artista, que após uma restauração, se converteu em um álbum que recebeu o nome de Espírito do Som. Para a geração mais nova que ainda não conhece Cássia Eller, dê o play nas plataformas digitais. Fica o convite ao encantamento.
Cantora guanambiense Dielle Anjos deixa The Voice Brasil após testar positivo para Influenza
Por: Tiago Rego | Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Rede Globo
- A cantora guanambiense Dielle Anjos deixou, na noite desta segunda-feira (20), o programa The Voice Brasil, da Rede Globo. A saída de Dielle foi anunciada pelo apresentador André Marques, após a artista ter contraído Influenza A. De acordo com a direção do programa, Dielle e mais dois competidores terão que cumprir os protocolos de segurança sanitária da emissora. Pelas redes sociais, a baiana se pronunciou sobre o assunto e tranquilizou seus fãs. “Cumprimos a nossa meta, nesse programa maravilhoso, e eu sei que a nossa carreira não acaba por aqui. Agradeço a todos vocês que estavam torcendo por mim, vocês foram maravilhosos”, agradeceu. Dielle integrava o time de Cláudia Leitte, quando foi escolhida após interpretar a música “Nem Tchum”, sucesso nas vozes de Maiara e Maraisa.























