Defesa de Bolsonaro solicita prorrogação de prisão domiciliar
Defesa de Bolsonaro solicita prorrogação de prisão domiciliar
O pedido foi feito ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro protocolou um pedido para prorrogar a prisão domiciliar, apoiado por um laudo médico que demonstre a necessidade de cuidados contínuos e especiais devido às múltiplas comorbidades apresentadas. Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão e está cumprindo pena em sua residência.
- O laudo médico atualizado aponta que o quadro clínico de Bolsonaro exige atenção contínua, apesar de permanecer estável, e não representa resolução das enfermidades de base. Isso significa que os cuidados especiais e o monitoramento contínuo são necessários.
Foto: Ton Molina | STF
Com relatório médico atualizado na segunda-feira (22), a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro protocolou um pedido, na noite de terça-feira (23), para o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, para que a prisão domiciliar seja prorrogada. De acordo com o advogado Paulo Cunha Bueno, o laudo demonstra que o quadro clínico de Bolsonaro exige atenção contínua e cuidados especiais, apesar de permanecer estável. "Tal estabilidade não representa resolução das enfermidades de base, mas resultado do controle clínico obtido mediante observância rigorosa das medidas terapêuticas instituídas, acompanhamento multidisciplinar regular e monitorização contínua das múltiplas comorbidades apresentadas", disse. Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão no processo da trama golpista, e está cumprindo pena em sua residência, no condomínio Solar de Brasília, desde março deste ano.
Mulher que enviou ovo envenenado é condenada a 66 anos no MA
Mulher que enviou ovo envenenado é condenada a 66 anos no MA
Duas crianças morreram após consumir chocolate com veneno; mãe sobreviveu após dias internada em UTI.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Justiça do Maranhão condenou Jordélia Pereira Barbosa a 66 anos de prisão em regime fechado pelo envenenamento de um ovo de Páscoa que resultou na morte de duas crianças, Luiz Fernando (7) e Evillyn Fernanda (13), e deixou a mãe, Mírian Lira Rocha, gravemente ferida em Imperatriz. O crime, ocorrido em abril de 2025, foi motivado por ciúmes e vingança contra Mírian, ex-companheira do então namorado da vítima, que enviou o chocolate contaminado com chumbinho.
- Durante o julgamento, o Conselho de Sentença reconheceu duplo homicídio qualificado contra as crianças e tentativa de homicídio qualificado contra Mírian, com qualificadoras como motivo torpe, uso de veneno e dissimulação. Além da pena de prisão, a condenada foi sentenciada a pagar indenização por danos morais às vítimas, e sua prisão preventiva foi mantida, sem direito a recorrer em liberdade.
Foto: Reprodução
A Justiça do Maranhão condenou, na madrugada desta terça-feira (23), Jordélia Pereira Barbosa a 66 anos de prisão em regime fechado pelo envenenamento de um ovo de Páscoa que causou a morte de duas crianças e deixou uma mulher gravemente ferida em Imperatriz, no sudoeste do estado. As vítimas fatais foram Luiz Fernando Rocha Silva, de 7 anos, e Evillyn Fernanda Rocha Silva, de 13. A mãe das crianças, Mírian Lira Rocha, também consumiu o chocolate contaminado, ficou internada por vários dias em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas sobreviveu. Segundo o Ministério Público do Maranhão (MPMA), o crime ocorreu em abril de 2025 e foi motivado por ciúmes e vingança. Jordélia era ex-companheira do então namorado de Mírian e, de acordo com as investigações, enviou à residência da vítima um ovo de Páscoa contaminado com chumbinho, substância utilizada ilegalmente como veneno para ratos. As apurações apontaram que a acusada viajou de Santa Inês para Imperatriz, hospedou-se em um hotel utilizando nome falso e contratou um mototaxista para realizar a entrega do presente. O chocolate foi acompanhado por um bilhete com a mensagem: “Com amor para Mirian Lira. Feliz Páscoa!!!”. Durante o julgamento, o Conselho de Sentença reconheceu que Jordélia cometeu duplo homicídio qualificado contra as duas crianças, com as qualificadoras de motivo torpe, uso de veneno, dissimulação e pelo fato de as vítimas serem menores de 14 anos. Os jurados também consideraram que houve tentativa de homicídio qualificado contra Mírian, pelos mesmos motivos. Conforme a decisão judicial, a morte da mulher só não ocorreu devido ao rápido atendimento médico recebido. Além da pena de 66 anos de prisão, a Justiça determinou o pagamento de indenização por danos morais equivalente a 100 salários mínimos para Mírian e 400 salários mínimos para os pais das crianças. O juiz manteve a prisão preventiva da condenada e negou o direito de recorrer em liberdade. Durante as investigações, Jordélia admitiu ter comprado e enviado o ovo de Páscoa, mas negou ter colocado veneno no alimento. A versão foi rejeitada pela acusação e considerada inconsistente pela Justiça diante das provas reunidas ao longo do processo.
Polícia Federal realiza operação contra banco ligado a Edir Macedo
Polícia Federal realiza operação contra banco ligado a Edir Macedo
Investigação aponta suspeitas de manipulação contábil e operações financeiras irregulares; Justiça autorizou bloqueio milionário de bens.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal deflagrou a Operação Miragem para investigar supostas fraudes contra o Sistema Financeiro Nacional no Banco Digimais, controlado pelo bispo Edir Macedo. A investigação aponta irregularidades na administração do banco, incluindo manipulação de balanços e resultados contábeis para ocultar a real situação econômica-financeira da instituição.
- Os investigadores também apuram operações financeiras irregulares realizadas em benefício da empresa controladora do banco e a possível inserção de informações falsas em sistemas de controle do órgão regulador. Os envolvidos podem responder pelos crimes de gestão fraudulenta, inserção de dados falsos e realização de operações de crédito vedadas.
Foto: Reprodução
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (23), a Operação Miragem, que investiga um suposto esquema de fraudes contra o Sistema Financeiro Nacional envolvendo a gestão do Banco Digimais, instituição controlada pelo bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD). Mais de 50 policiais federais cumpriram nove mandados de busca e apreensão em São Paulo. A Justiça Federal também autorizou o afastamento dos sigilos bancário e fiscal dos investigados, além do bloqueio e sequestro de bens e valores que podem chegar a R$ 670,3 milhões. Segundo a Polícia Federal, a investigação teve como base relatórios produzidos pelo Banco Central, que apontaram supostas irregularidades na administração da instituição financeira. As apurações indicam que teria havido manipulação sistemática de balanços e resultados contábeis para ocultar a real situação econômico-financeira do banco e transmitir uma imagem de solvência aos órgãos de fiscalização. Ainda conforme a PF, o esquema teria permitido a supervalorização de ativos e a geração artificial de receitas que somam centenas de milhões de reais. Os investigadores também apuram operações financeiras supostamente irregulares realizadas em benefício da empresa controladora do banco, além da possível inserção de informações falsas em sistemas oficiais de controle do órgão regulador. Edir Macedo aparece entre os investigados por ser proprietário da instituição financeira. Até a publicação desta reportagem, o Banco Digimais não havia se manifestado sobre a operação. Os envolvidos poderão responder, conforme a participação de cada um, pelos crimes de gestão fraudulenta de instituição financeira, inserção de dados falsos em demonstrativos contábeis e realização de operações de crédito vedadas pela legislação do Sistema Financeiro Nacional. Fundado em 1981 como Banco Renner, em Porto Alegre (RS), o Digimais passou por mudanças de controle e adotou a atual marca em 2020, quando foi transformado em banco digital. Naquele ano, Edir Macedo assumiu o controle integral da instituição, da qual já era acionista desde 2009.
Denúncias de violência digital contra mulheres crescem 188%
Denúncias de violência digital contra mulheres crescem 188%
Central Ligue 180 recebeu mais de 16 mil denúncias entre janeiro e maio; aumento pode indicar redução da subnotificação.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- As denúncias de violência contra mulheres em ambientes digitais dispararam 188,6% nos cinco primeiros meses de 2026, com 16.725 registros na Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, em comparação com 5.795 no mesmo período de 2025. Dados do Ministério das Mulheres revelam que plataformas como redes sociais, aplicativos de mensagens e jogos online têm sido usadas para ameaçar, perseguir, humilhar e expor mulheres e meninas. A ministra Márcia Lopes atribui parte do aumento à redução da subnotificação, indicando maior confiança no serviço de denúncias.
- Diante do cenário, o governo federal tem agido, promovendo a capacitação de cerca de 350 atendentes do Ligue 180 para identificar e encaminhar casos de violência digital. A entrada em vigor do Decreto nº 12.976/2026, que exige a remoção de imagens íntimas sem consentimento em até duas horas por plataformas digitais, e o lançamento da campanha “O Digital é Nosso Lugar” são outras iniciativas. A violência digital agora ocupa a quinta posição entre as denúncias da central, e em 2025, quase metade das vítimas eram mulheres negras, com a faixa etária de 35 a 44 anos sendo a mais afetada.
Foto: Ministério das Mulheres
As denúncias de violência contra mulheres em ambientes digitais cresceram 188,6% nos cinco primeiros meses de 2026, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (22) pelo Ministério das Mulheres. Entre janeiro e maio deste ano, a Central de Atendimento à Mulher — Ligue 180 registrou 16.725 denúncias desse tipo, contra 5.795 no mesmo período de 2025. De acordo com o levantamento, redes sociais, aplicativos de mensagens, jogos online e outras plataformas digitais têm sido utilizados para ameaçar, perseguir, humilhar, chantagear, expor indevidamente e intimidar mulheres e meninas. A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, afirmou que o aumento dos registros pode estar relacionado à redução da subnotificação. Segundo ela, mais mulheres estão confiando no serviço e se sentindo seguras para denunciar. “Ter os dados da realidade é muito importante. A gente só vai acertar nas respostas pelos governos e políticas públicas quando tiver mais realismo nas informações”, destacou. Para melhorar o atendimento às vítimas, o Ministério das Mulheres e a Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom) promoveram a capacitação de cerca de 350 atendentes do Ligue 180. O treinamento teve foco na identificação e no encaminhamento de casos de violência digital. Os dados mostram ainda que esse tipo de violência já ocupa a quinta posição entre as denúncias recebidas pela central. Em 2025, estava em sétimo lugar. Segundo o ministério, quase metade das vítimas registradas no ano passado eram mulheres negras. A faixa etária com maior número de denúncias foi a de 35 a 44 anos. O crescimento das ocorrências acontece no momento em que entra em vigor o Decreto nº 12.976/2026, que estabelece regras para o combate à violência contra mulheres na internet. Entre as medidas, está a obrigação de plataformas digitais removerem, em até duas horas, imagens íntimas divulgadas sem consentimento. O governo federal também lançou a campanha nacional “O Digital é Nosso Lugar”, que incentiva a denúncia e o enfrentamento da violência contra mulheres nos ambientes virtuais.
Flexibilização de férias amplia descanso de juízes e procuradores para 178 dias
Flexibilização de férias amplia descanso de juízes e procuradores para 178 dias
Mudanças nas regras de parcelamento das férias permitem ampliar períodos de descanso e indenizações para magistrados e membros do Ministério Público.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Conselho da Justiça Federal e a Procuradoria-Geral da República permitiram que juízes e procuradores distribuam os 60 dias de férias anuais em períodos menores, ampliando a possibilidade de descanso ao longo do ano. Esse privilégio tem gerado debate sobre privilégios no serviço público.
Foto : Luiz Silveira | Agência CNJ
Mudanças nas regras de parcelamento das férias de magistrados e integrantes do Ministério Público têm provocado debate sobre privilégios no serviço público. As alterações permitem que juízes e procuradores distribuam os 60 dias de férias anuais em períodos menores, ampliando a possibilidade de descanso ao longo do ano e, em alguns casos, aumentando o valor recebido em indenizações por férias não usufruídas. Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, a flexibilização adotada pelo Conselho da Justiça Federal (CJF) e pela Procuradoria-Geral da República (PGR) permite que os períodos de férias sejam fracionados em blocos menores, inclusive de cinco dias. Na prática, a medida possibilita que os integrantes dessas carreiras utilizem os fins de semana para ampliar os períodos de folga sem consumir mais dias do saldo de férias. Com a soma dos 60 dias de férias, dos fins de semana ao longo do ano e do recesso forense, magistrados e procuradores podem alcançar até 178 dias de descanso anuais. O número representa quase metade do ano e supera significativamente a quantidade de folgas de trabalhadores da iniciativa privada. Outro ponto que tem gerado discussão é a possibilidade de conversão de parte das férias em indenização financeira. Decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) permite o pagamento de até 30 dias de férias não usufruídas, valor que possui caráter indenizatório e não sofre incidência de Imposto de Renda. A reportagem também destaca que as regras aplicadas a magistrados diferem das adotadas para trabalhadores regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que podem parcelar as férias em até três períodos, observando limites mínimos estabelecidos pela legislação. Procurados pela Folha, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a Procuradoria-Geral da República e o Conselho da Justiça Federal apresentaram posicionamentos distintos sobre o tema. O CNJ informou que cabe a cada tribunal regulamentar as regras de férias dos magistrados. Já a PGR afirmou que apenas seguiu alterações adotadas pela Justiça Federal. O CJF não respondeu aos questionamentos da reportagem.
“Fulano de Tal” e “Cicrano de Tal” aparecem em portaria do GSI do Governo Lula
“Fulano de Tal” e “Cicrano de Tal” aparecem em portaria do GSI do Governo Lula
Portaria publicada no Diário Oficial da União designa militares para funções na Segurança Presidencial e gerou repercussão nas redes sociais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma portaria publicada pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República chamou atenção por mencionar nomes hipotéticos 'Fulano de Tal' e 'Cicrano de Tal' entre os militares designados para a Secretaria de Segurança Presidencial.
- A publicação gerou debates sobre os procedimentos de revisão e publicação de documentos oficiais da administração pública federal.
Foto: José Cruz | Agencia Brasil
Uma portaria publicada pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República chamou atenção nas redes sociais nesta segunda-feira (22) após trazer os nomes “Fulano de Tal” e “Cicrano de Tal” entre os militares designados para atuar na Secretaria de Segurança Presidencial. O documento foi publicado no Diário Oficial da União e é assinado pelo diretor do Departamento de Gestão da Secretaria-Executiva do GSI, Vinícius Damasceno do Nascimento. Além dos nomes que despertaram curiosidade, a portaria também cita o sargento da Marinha Márcio Adriano de Jesus Leite. Segundo o texto, os militares foram designados para exercer a função de assistente na Secretaria de Segurança Presidencial, passando a ocupar a Gratificação de Representação da Presidência da República, em nível IV. A publicação rapidamente repercutiu nas redes sociais devido ao uso das expressões “Fulano de Tal” e “Cicrano de Tal”, tradicionalmente empregadas para representar pessoas de identidade desconhecida ou hipotética. Outro detalhe que chamou atenção foi a grafia “Cicrano”. De acordo com registros da língua portuguesa, a forma mais comum é “Sicrano”, geralmente utilizada na expressão popular “Fulano, Sicrano e Beltrano”, usada para indicar pessoas indeterminadas. Até o momento da repercussão do caso, não havia esclarecimento oficial sobre se os nomes foram inseridos por engano, se houve anonimização proposital das informações ou se a publicação seria posteriormente corrigida. A portaria segue disponível no Diário Oficial da União e gerou debates sobre os procedimentos de revisão e publicação de documentos oficiais da administração pública federal.
Veja o que diz a mensagem:
“O DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE GESTÃO DA SECRETARIA-EXECUTIVA DO GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe fora subdelegada pelo art. 2º, da Portaria GSI/PR nº 66, de 1º de julho de 2019, resolve:
Ficam designados os militares a seguir para exercerem a função de ASSISTENTE na Secretaria de Segurança Presidencial do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, passando a ocupar a Gratificação de Representação da Presidência da República código Nível IV e ficando dispensados das que atualmente ocupam:
- 1º SG MB MÁRCIO ADRIANO DE JESUS LEITE;
- Maj EB FULANO DE TAL; e
- 1º Ten PMDF CICRANO DE TAL”.
Apreensão de cocaína líquida em carga de madeira pode ser a maior da história do Brasil
Droga foi encontrada em oito caminhões na fronteira com a Bolívia; estimativa é de até 50 toneladas de cocaína
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Operação conjunta da Receita Federal, Polícia Federal, Exército e autoridades dos Estados Unidos e da Bolívia apreendeu carga de cocaína líquida misturada a madeira em Corumbá (MS) e Cáceres (MT), na fronteira com a Bolívia. A droga estava escondida em oito caminhões e estima-se que tenha um volume entre 20 e 50 toneladas. Se a quantidade for confirmada, será a maior apreensão de cocaína da história do Brasil.
- A operação faz parte da Operação Timber Shield, uma cooperação entre as autoridades brasileiras e internacionais para combater o tráfico de drogas.
- As autoridades acreditam que a carga apreendida no Brasil está relacionada a uma apreensão de 100 toneladas de cocaína no Chile no início do mês, que utilizou o mesmo método de ocultação.
- O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a operação é uma resposta firme do Estado brasileiro à sofisticação das organizações criminosas que atuam no tráfico internacional.
Foto: Divulgação | Policia Federal
Uma operação da Receita Federal em conjunto com a Polícia Federal, o Exército e autoridades dos Estados Unidos e da Bolívia apreendeu, neste domingo (21), uma carga de cocaína líquida misturada a cerca de 260 toneladas de madeira transportadas em oito caminhões. A ação ocorreu em Corumbá (MS) e Cáceres (MT), cidades localizadas na fronteira com a Bolívia. Exames iniciais confirmaram a presença da droga na carga. Segundo a Receita, com base em apreensões anteriores, entre 10% e 20% do peso total da madeira pode corresponder à cocaína, o que representa um volume estimado entre 20 e 50 toneladas. Caso a quantidade seja confirmada, esta será a maior apreensão de cocaína da história do Brasil e uma das maiores já registradas no mundo. A investigação aponta que a carga tem relação com uma apreensão de 100 toneladas da droga feita no Chile no início do mês, que utilizou o mesmo método de ocultação. A ação faz parte da Operação Timber Shield, realizada em cooperação com a agência antidrogas dos Estados Unidos e a Aduana Nacional da Bolívia. Em publicação nas redes sociais, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a operação representa "uma resposta firme do Estado brasileiro à sofisticação das organizações criminosas que atuam no tráfico internacional". Segundo as autoridades, informações compartilhadas pelos Estados Unidos indicam que as cargas apreendidas no Brasil e no Chile tiveram origem no mesmo local de produção, na Bolívia.
Milhares participam da Marcha da Maconha na Avenida Paulista
Milhares participam da Marcha da Maconha na Avenida Paulista
Participantes destacaram o uso medicinal da cannabis e defenderam mudanças na legislação brasileira.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Milhares de pessoas participaram da 18ª Marcha da Maconha na Avenida Paulista, em São Paulo, neste domingo (21), com o objetivo de defender a legalização e regulamentação da cannabis no Brasil. Os manifestantes, que incluíam ativistas, pacientes e famílias, criticaram os impactos da criminalização, como a superlotação carcerária, e destacaram a importância do acesso à cannabis medicinal para diversos tratamentos de saúde. Cartazes e faixas reforçaram a demanda por mudanças na legislação e o fim do preconceito em torno do tema.
- A manifestação trouxe à tona dados e depoimentos relevantes sobre o uso da cannabis no país. A professora Stephanie Oliveira, por exemplo, compartilhou a experiência de sua mãe com a cannabis medicinal para dores crônicas, evidenciando o estigma persistente. Levantamentos como o Anuário da Kaya Mind e da Bliss Data revelam que cerca de 50 mil brasileiros utilizam produtos à base de cannabis para saúde, com mulheres de meia-idade e idosas sendo o principal grupo de usuários, apesar da resistência social que dificulta o avanço da regulamentação.
Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
Milhares de pessoas participaram da 18ª edição da Marcha da Maconha na tarde deste domingo (21), na Avenida Paulista, em São Paulo. O ato reuniu apoiadores da legalização da cannabis, ativistas e organizações ligadas ao debate sobre a regulamentação da planta no Brasil. A concentração aconteceu em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), onde os manifestantes defenderam mudanças na legislação e criticaram os impactos da criminalização da maconha. Entre os argumentos apresentados estavam a superlotação do sistema prisional e as dificuldades enfrentadas por pacientes que utilizam medicamentos à base de cannabis para tratamentos de saúde. Cartazes e faixas exibidos durante a manifestação destacavam o uso medicinal da planta e cobravam maior acesso aos produtos derivados da cannabis. O público era formado por pessoas de diferentes faixas etárias, incluindo idosos, famílias com crianças, pacientes e jovens adultos. A professora Stephanie Oliveira participou da marcha pela primeira vez e relatou que sua mãe utiliza cannabis medicinal para auxiliar no tratamento de dores crônicas e problemas relacionados ao sono. Segundo ela, ainda existe preconceito em torno do tema, o que faz com que muitas pessoas evitem falar abertamente sobre o assunto. Dados do Anuário da Kaya Mind apontam que cerca de 50 mil brasileiros utilizam produtos à base de cannabis para tratamentos de saúde. A publicação destaca que a resistência de parte da sociedade em relação ao tema é um dos fatores que dificultam o avanço da regulamentação no país. Outro levantamento, realizado pela Bliss Data em 2026, indica que mulheres de meia-idade e idosas representam atualmente o principal grupo de usuários de cannabis medicinal no Brasil. A Marcha da Maconha é realizada anualmente em diversas cidades brasileiras e busca ampliar o debate público sobre políticas de drogas, saúde e direitos dos usuários.
Brasil deve adotar gasolina com 32% de etanol a partir da próxima quarta, afirma Alckmin
Governo prevê redução no preço do combustível, menor dependência de importações e estímulo à produção nacional de biocombustíveis
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O governo federal, por meio do vice-presidente Geraldo Alckmin, anunciou que a mistura obrigatória de etanol na gasolina será elevada de 30% para 32% a partir da próxima quarta-feira (24), após aprovação do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). Esta medida visa principalmente a redução do preço da gasolina para o consumidor, além de promover benefícios ambientais e fortalecer a indústria de biocombustíveis no país.
- A expectativa é que o aumento do percentual de etanol reduza a necessidade de importação de gasolina em cerca de 500 milhões de litros mensais, visando a autossuficiência do Brasil no abastecimento do combustível. A iniciativa se alinha à política de incentivo a renováveis da Lei do Combustível do Futuro, seguindo um aumento anterior de 27,5% para 30% em 2025, e é impulsionada pelo crescimento da produção de etanol de milho, com destaque para Mato Grosso, que é crucial para a expansão da nova mistura.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A mistura obrigatória de etanol na gasolina deve passar de 30% para 32% a partir da próxima quarta-feira (24). O anúncio foi feito pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, que informou que a medida será submetida à aprovação do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). Segundo o governo federal, a mudança vai ajudar a reduzir o preço da gasolina para o consumidor, além de diminuir a emissão de poluentes e fortalecer a cadeia produtiva de biocombustíveis no país. A expectativa é que o aumento da participação do etanol elimine a necessidade de importar cerca de 500 milhões de litros de gasolina por mês, tornando o Brasil autossuficiente no abastecimento do combustível. A medida integra a política de incentivo aos combustíveis renováveis prevista na Lei do Combustível do Futuro. Em 2025, o percentual de etanol na gasolina já havia sido elevado de 27,5% para 30%. O governo também destaca o avanço da produção de etanol de milho, especialmente no Centro-Oeste. Mato Grosso lidera o setor e responde por cerca de 70% da oferta nacional desse combustível, considerado estratégico para a expansão da nova mistura.
Brasil planeja criar centro nacional para resposta a epidemias e emergências em saúde
Estrutura deve ser implementada até 2027 para fortalecer a prevenção, monitoramento e combate a crises sanitárias e climáticas
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Brasil planeja estabelecer o Centro Brasileiro de Emergências em Saúde Pública (Cbesp) até 2027, uma iniciativa crucial para fortalecer a prevenção e a resposta a epidemias, pandemias e outras crises sanitárias e climáticas. A proposta, que está em debate no governo federal com expectativa de avanço ainda este ano, foi idealizada pelo Instituto Todos pela Saúde (ITpS) e desenvolvida por especialistas. O Cbesp funcionará de forma integrada ao Sistema Único de Saúde (SUS), vinculado ao Ministério da Saúde e sob governança da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), com o objetivo de institucionalizar a resposta a emergências como uma política permanente de Estado.
- Este novo centro terá uma atuação em rede com diversos órgãos públicos, universidades e centros de pesquisa, integrando áreas como saúde, meio ambiente, agricultura, ciência e tecnologia para ampliar a capacidade de monitoramento de riscos e coordenação de estratégias. Entre suas atribuições estarão a implementação da Política Nacional de Emergências de Sa
Foto: Reprodução | Canva imagens
O Brasil deve criar um Centro Brasileiro de Emergências em Saúde Pública (Cbesp) para reforçar a prevenção e a resposta a epidemias, pandemias e outras crises sanitárias e climáticas. A proposta, que está em discussão no governo federal, prevê a implementação da estrutura até 2027, com expectativa de que o projeto de criação avance ainda este ano. Idealizado pelo Instituto Todos pela Saúde (ITpS), o centro foi desenvolvido por especialistas de diversas instituições e deverá funcionar de forma integrada ao Sistema Único de Saúde (SUS), vinculado ao Ministério da Saúde e com governança da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A iniciativa busca transformar a resposta a emergências em uma política permanente de Estado, reduzindo impactos de mudanças de governo. Segundo o diretor-presidente do ITpS, Gerson Penna, a proposta prevê atuação em rede com o Ministério da Saúde, secretarias estaduais e municipais, universidades, centros de pesquisa e outros órgãos públicos. O objetivo é integrar áreas como saúde, meio ambiente, agricultura, ciência e tecnologia para ampliar a capacidade de prevenção e resposta a ameaças sanitárias. Entre as atribuições do novo centro estarão o monitoramento de riscos, a coordenação de estratégias de prevenção e combate a epidemias, além da implementação da Política Nacional de Emergências de Saúde Pública. A estrutura também deverá atuar diante de desafios relacionados às mudanças climáticas, ao desmatamento e ao aumento do risco de surgimento de novas doenças. A proposta ganhou força após a pandemia de Covid-19. Para os idealizadores, a crise evidenciou falhas na coordenação das ações de enfrentamento e mostrou a necessidade de uma estrutura técnica permanente. O ex-ministro da Saúde José Gomes Temporão afirmou que o centro permitirá respostas mais rápidas e articuladas, com uma equipe especializada dedicada exclusivamente ao gerenciamento de emergências sanitárias. De acordo com a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Mariângela Simão, o governo trabalha em um projeto de lei para criar uma política de Estado voltada às emergências em saúde pública. Enquanto o texto é discutido, o Ministério da Saúde e a Fiocruz avaliam o modelo de funcionamento da nova estrutura.
Formandos em medicina precisarão ser aprovados no Enamed para exercer a profissão
Medida provisória publicada pelo governo federal torna a aprovação no exame requisito para obtenção do registro profissional nos Conselhos Regionais de Medicina
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O governo federal publicou nesta sexta-feira (19) uma medida provisória que estabelece a aprovação no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) como requisito obrigatório para que novos profissionais de medicina obtenham seu registro. Com a mudança, estudantes que iniciarem o curso de medicina após a vigência da norma precisarão alcançar a pontuação mínima exigida para se inscreverem nos Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) e exercerem a profissão.
- Criado em 2025, o Enamed, que anteriormente avaliava a qualidade dos cursos e auxiliava na seleção para residências, agora também verificará se os formandos possuem o nível de conhecimento adequado para atuar na área. Segundo o presidente do Inep, Manuel Palacios, essa nova função exige que o estudante atinja pelo menos 60 pontos para ser considerado proficiente.
Foto: Fernando Frazão | Agência Brasil
O governo federal publicou nesta sexta-feira (19) uma medida provisória que torna a aprovação no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) um requisito para que novos médicos obtenham registro profissional. Com a mudança, estudantes que iniciarem o curso de medicina após a entrada em vigor da norma terão de alcançar a pontuação mínima exigida no exame para se inscrever nos Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) e exercer a profissão. Criado em 2025, o Enamed era utilizado para medir a qualidade dos cursos de medicina e auxiliar a seleção de candidatos para programas de residência médica. A partir de agora, o exame também passará a avaliar se os formandos possuem o nível de conhecimento considerado adequado para atuar na área. Segundo o presidente do Inep, Manuel Palacios, a medida dá uma nova função ao exame. "A MP confere ao Enamed um papel novo. Ano passado o Enamed, além de avaliar a qualidade dos cursos de graduação, ele passou a entregar a todos os participantes uma informação sobre o atingimento por parte dos estudantes de um nível mínimo de proficiência para exercício da profissão", afirmou. De acordo com o governo, o estudante precisará atingir pelo menos 60 pontos para ser considerado proficiente. "A pontuação necessária para a proficiência do Enamed é de 60 pontos", disse Palacios.
Apex/Futura: Lula lidera segundo turno contra Flávio Bolsonaro com 48%
Apex/Futura: Lula lidera segundo turno contra Flávio Bolsonaro com 48%
Levantamento aponta vantagem de 5,2 pontos do presidente sobre o senador do PL; avaliação positiva do governo também registrou alta
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Apex/Futura divulgada nesta terça-feira mostrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança em um eventual segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), com 48,1% das intenções de voto. Em um cenário de primeiro turno, Lula lidera com 41,6% das intenções de voto, seguido de Flávio Bolsonaro com 34,1%. A pesquisa também registrou melhora nos índices de avaliação do governo federal, com 39,8% dos entrevistados considerando a gestão Lula ótima ou boa.nnAlém disso, a pesquisa apontou uma leve melhora na percepção da população sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso Nacional. A aprovação do STF passou de 33,9% para 38,3%, enquanto a desaprovação recuou de 54,3% para 51,1%. No caso do Congresso, a aprovação subiu de 26,1% para 29,8%.nnEsses resultados sugerem possíveis mudanças nas percepções da população em relação aos principais órgãos do Estado.nnAs principais lideranças de acordo com as intenções de voto para o primeiro turno mostraram: Ronaldo Caiado (PSD) com 4,
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Pesquisa Apex/Futura divulgada nesta terça-feira (16) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança em um eventual segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Segundo o levantamento, Lula aparece com 48,1% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 42,9%. Ambos oscilaram dentro da margem de erro da pesquisa, que é de 2,2 pontos percentuais. O estudo foi realizado entre os dias 8 e 12 de junho com 2 mil entrevistados. Cenário de primeiro turno - Na simulação para o primeiro turno, Lula lidera com 41,6% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro aparece em segundo lugar, com 34,1%. Na sequência estão Ronaldo Caiado (PSD), com 4,5%; Romeu Zema (Novo), com 3,5%; Renan Santos (Missão), com 2,3%; Joaquim Barbosa (DC), com 2,1%; Cabo Daciolo (Mobiliza), com 1,1%; e Augusto Cury (Avante), com 0,9%. Avaliação do governo - A pesquisa também registrou melhora nos índices de avaliação do governo federal. Os entrevistados que consideram a gestão Lula ótima ou boa somam 39,8%, ante 37,5% no levantamento anterior, realizado em maio. Já a parcela que avalia o governo como ruim ou péssimo caiu de 45,7% para 41,4%. O levantamento apontou ainda uma leve melhora na percepção da população sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso Nacional. A aprovação do STF passou de 33,9% para 38,3%, enquanto a desaprovação recuou de 54,3% para 51,1%. No caso do Congresso, a aprovação subiu de 26,1% para 29,8%. Já a reprovação caiu de 60,1% para 58,8%.
Lula deve procurar Trump para discutir tarifas contra o Brasil
Lula deve procurar Trump para discutir tarifas contra o Brasil
Ministro da Fazenda afirma que presidente brasileiro deve entrar em contato com Donald Trump para tratar das tarifas que podem atingir produtos nacionais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva planeja entrar em contato com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para abordar a questão das tarifas que o governo norte-americano ameaça impor a produtos brasileiros. A informação foi confirmada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, que indicou que o contato pode ser via ligação ou carta, como parte da estratégia brasileira para ampliar o diálogo e mitigar impactos nas exportações nacionais. A medida surge em meio a crescentes preocupações com novas barreiras comerciais.
- Durigan enfatizou que o Brasil mantém as negociações abertas com representantes dos EUA e se mostrou disponível para conversar com o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, buscando uma solução para o impasse comercial. O cenário inclui a participação de Lula e Trump no encontro do G7, onde o Brasil, embora não membro, foi convidado. Paralelamente, esforços estão sendo feitos para viabilizar uma reunião virtual entre o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e Jamieson Greer, representante comercial dos Estados Unidos, com o objetivo de preservar o fluxo comercial bilateral.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve entrar em contato com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para discutir as tarifas que o governo norte-americano ameaça impor a produtos brasileiros. A informação foi confirmada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, durante entrevista publicada nesta segunda-feira (15). Segundo o ministro, o contato poderá ocorrer por meio de uma ligação telefônica ou de uma carta enviada diretamente ao chefe da Casa Branca. A iniciativa faz parte da estratégia do governo brasileiro para tentar ampliar o diálogo com as autoridades americanas e evitar impactos nas exportações nacionais. Durigan afirmou que o Brasil mantém abertas as negociações com representantes do governo dos Estados Unidos. Ele também declarou estar disponível para conversar com o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, em busca de uma solução para o impasse comercial. A discussão ocorre em meio às preocupações do governo brasileiro com a possibilidade de novas tarifas sobre produtos exportados para o mercado americano. Os Estados Unidos são um dos principais parceiros comerciais do Brasil, e eventuais medidas podem afetar setores importantes da economia. Lula e Trump participam do encontro do G7, grupo que reúne algumas das maiores economias do mundo. Embora o Brasil não faça parte do bloco, o país foi convidado para participar das atividades e reuniões do evento. Na semana passada, Durigan já havia informado que o governo brasileiro trabalhava para viabilizar uma reunião virtual entre o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e Jamieson Greer, representante comercial dos Estados Unidos. A expectativa é que as conversas avancem nos próximos dias, enquanto o governo brasileiro busca preservar o fluxo comercial entre os dois países.
SUS vai oferecer novo tratamento para pacientes com leucemia mieloide aguda
SUS vai oferecer novo tratamento para pacientes com leucemia mieloide aguda
Combinação dos medicamentos venetoclax e azacitidina será disponibilizada para adultos recém-diagnosticados que não podem receber quimioterapia intensiva
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério da Saúde anunciou a incorporação de uma nova opção terapêutica no Sistema Único de Saúde (SUS) para pacientes adultos com leucemia mieloide aguda recém-diagnosticada. O tratamento, que combina os medicamentos venetoclax e azacitidina, será destinado a pessoas que não são elegíveis à quimioterapia intensiva convencional. A oficialização se deu por meio da Portaria nº 30/2026, com a oferta na rede pública prevista para ocorrer em até 180 dias após a publicação.
- Esta decisão, fundamentada em recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), representa um avanço significativo para a saúde pública. A leucemia mieloide aguda é a forma mais frequente de leucemia aguda em adultos, com rápida evolução e a necessidade de diagnóstico e tratamento precoces. A disponibilização dessa alternativa terapêutica pelo SUS é crucial para aumentar as chances de sucesso do tratamento e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
Foto: Paulo Pinto | Agência Brasil
O Ministério da Saúde anunciou a incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS) de uma nova opção terapêutica para pacientes adultos com leucemia mieloide aguda recém-diagnosticada. O tratamento combina os medicamentos venetoclax e azacitidina e será destinado a pessoas que, devido às suas condições clínicas, não são elegíveis ao tratamento convencional com quimioterapia intensiva. A inclusão da terapia foi oficializada por meio da Portaria nº 30/2026, publicada nesta segunda-feira (15). De acordo com a legislação que regulamenta a incorporação de novas tecnologias no SUS, a oferta do tratamento deverá ocorrer em até 180 dias na rede pública de saúde. A decisão segue recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) e está em conformidade com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde. O relatório técnico que fundamentou a incorporação da nova terapia será disponibilizado para consulta pública no portal da Conitec. Entenda a leucemia mieloide aguda - Segundo o Ministério da Saúde, a leucemia é um tipo de câncer que se desenvolve na medula óssea, tecido responsável pela produção das células sanguíneas, como glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas. Alterações genéticas podem provocar a transformação dessas células em estruturas cancerígenas. A leucemia mieloide aguda é a forma mais frequente de leucemia aguda entre adultos e acomete principalmente pessoas idosas. Por apresentar evolução rápida, a doença exige diagnóstico precoce e encaminhamento especializado para aumentar as chances de sucesso do tratamento. Sem tratamento adequado, a forma aguda da doença pode evoluir de maneira grave. Por isso, o acesso a novas alternativas terapêuticas representa um avanço no cuidado oferecido aos pacientes atendidos pelo SUS.
Capotamento de ônibus deixa sete mortos no Ceará
Capotamento de ônibus deixa sete mortos no Ceará
Veículo transportava atletas da categoria sub-19 e retornava de competição em Sobral quando saiu da pista e caiu em um barranco.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um ônibus que transportava atletas da equipe masculina sub-19 da Associação Desportiva e Cultural de Juazeiro do Norte (Adeju) capotou na madrugada de segunda-feira (15) na CE-18, próximo a Tauá, no Ceará. Sete pessoas morreram, mas a maioria dos passageiros conseguiu sair do veículo com apenas escoriações. As circunstâncias do acidente ainda são investigadas e inicialmente se considera falha mecânica ou erro do motorista.
- As autoridades relatam que os passageiros não estavam usando cintos de segurança no momento do capotamento. O motorista foi encaminhado para atendimento médico e prestou esclarecimentos à investigação.
Foto: Reprodução
Sete pessoas morreram após um ônibus que transportava atletas da equipe masculina sub-19 da Associação Desportiva e Cultural de Juazeiro do Norte (Adeju) capotar na madrugada desta segunda-feira (15), na rodovia estadual CE-18, próximo ao município de Tauá, no interior do Ceará. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o veículo levava cerca de 46 passageiros e retornava de Sobral, onde a equipe havia conquistado uma competição regional de basquete. O grupo seguia para Juazeiro do Norte, cidade de origem dos atletas. Segundo as autoridades, a maioria dos ocupantes conseguiu deixar o ônibus após o acidente e apresentava apenas escoriações. Pelo menos 30 pessoas receberam atendimento médico, e apenas uma vítima precisou ser retirada das ferragens. Até o momento, seis das sete vítimas fatais foram identificadas. Equipes do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Polícia Rodoviária Estadual e Perícia Forense atuaram no resgate e na apuração da ocorrência. As circunstâncias do acidente ainda são investigadas. As primeiras linhas de apuração consideram a possibilidade de falha mecânica ou erro do motorista. Informações preliminares apontam que os passageiros não utilizavam cintos de segurança no momento do capotamento. O motorista foi encaminhado para atendimento médico e, posteriormente, prestou esclarecimentos às autoridades pela investigação.
Anvisa mantém suspensão de lotes específicos da Ypê
Anvisa mantém suspensão de lotes específicos da Ypê
Decisão atinge lotes específicos de desinfetantes, detergentes e lava-roupas líquidos fabricados antes das datas consideradas seguras pela agência.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) manteve a suspensão da comercialização, distribuição e uso de lotes específicos de produtos da Ypê. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União e abrange desinfetantes, detergentes lava-louças e lava-roupas líquidos. Os produtos afetados incluem desinfetantes, detergentes lava-louças e lava-roupas líquidos de diferentes marcas. A suspensão vale para lotes específicos com identificação na embalagem, cuja venda foi proibida após inspeção sanitária que identificou problemas na fabricação.
- A agência reguladora informou que os testes realizados apontaram conformidade nos desinfetantes e detergentes produzidos após março de 2026 e, no caso dos lava-roupas, nos itens fabricados entre abril e o início de maio deste ano. Consumidores devem verificar a identificação na embalagem e seguir as orientações divulgadas pelos órgãos de vigilância sanitária.
Foto: Divulgação
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) manteve a suspensão da comercialização, distribuição e uso de lotes específicos de produtos da Ypê. A decisão foi publicada nesta segunda-feira (15) no Diário Oficial da União e abrange desinfetantes, detergentes lava-louças e lava-roupas líquidos. Segundo a Anvisa, a medida foi adotada após uma inspeção sanitária realizada entre os dias 27 e 30 de abril de 2026 identificar o descumprimento de requisitos previstos na regulamentação do setor. Entre os produtos afetados estão os desinfetantes Bak Ypê e Pinho Ypê, além de detergentes lava-louças de diferentes versões e linhas. Também foram incluídos na restrição os lava-roupas líquidos das marcas Tixan Ypê e Ypê. A suspensão vale para todos os lotes com final 1 fabricados antes de 1º de março de 2026, no caso dos desinfetantes e detergentes. Para os lava-roupas líquidos, a restrição atinge os lotes com final 1 produzidos antes de 1º de abril de 2026. De acordo com a agência reguladora, análises apresentadas pela fabricante demonstraram resultados satisfatórios para os produtos fabricados após essas datas. Por esse motivo, a medida foi mantida apenas para os lotes mais antigos. A Anvisa informou ainda que os testes realizados apontaram conformidade nos desinfetantes e detergentes produzidos entre março de 2026 e, no caso dos lava-roupas, nos itens fabricados entre abril e o início de maio deste ano. Consumidores que possuam produtos pertencentes aos lotes suspensos devem verificar a identificação na embalagem e seguir as orientações divulgadas pelos órgãos de vigilância sanitária.
Dia dos Namorados: tradição brasileira une amor e devoção ao santo casamenteiro
Dia dos Namorados: tradição brasileira une amor e devoção ao santo casamenteiro
Celebrada em 12 de junho, a data foi criada no Brasil e ganhou força por anteceder o dia dedicado a Santo Antônio.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Dia dos Namorados no Brasil, celebrado em 12 de junho, possui uma origem singular em comparação com a data adotada globalmente. Criada em 1949 como uma estratégia comercial para impulsionar vendas, a celebração se consolidou no calendário nacional. A escolha da véspera do Dia de Santo Antônio, em 13 de junho, não foi aleatória, visando aproveitar a popularidade do "santo casamenteiro".
- Santo Antônio ganhou sua fama por auxiliar casais e pessoas sem condições financeiras a realizarem o casamento, o que fortaleceu a ligação entre a data romântica e a devoção religiosa no país. Enquanto o Valentine's Day é comemorado em fevereiro em outras nações, o Brasil mantém sua própria tradição, unindo o romantismo da troca de presentes à forte influência cultural e religiosa do santo.
Foto: Reprodução
Celebrado em 12 de junho, o Dia dos Namorados no Brasil tem origem diferente da adotada em grande parte do mundo. A data foi criada em 1949 como uma estratégia para impulsionar as vendas do comércio e acabou se consolidando como uma das principais celebrações do calendário brasileiro. A escolha do dia não foi aleatória. O Dia dos Namorados é comemorado na véspera do Dia de Santo Antônio, celebrado em 13 de junho. Conhecido popularmente como o “santo casamenteiro”, Santo Antônio ganhou essa fama por ajudar pessoas sem condições financeiras a realizarem o sonho do casamento, além de ser associado a histórias e tradições ligadas à formação de casais. Com o passar dos anos, a proximidade entre as datas fortaleceu a relação entre a celebração romântica e a devoção religiosa. Em diversas regiões do país, especialmente durante os festejos juninos, ainda são mantidas simpatias e tradições populares envolvendo pedidos feitos ao santo em busca de um relacionamento ou casamento. Enquanto países como os Estados Unidos comemoram o Valentine's Day em fevereiro, o Brasil adotou uma tradição própria, unindo o romantismo da troca de presentes e declarações de amor à forte influência cultural de Santo Antônio.
Pix ganha proteção máxima e se torna marca de alto renome
Pix ganha proteção máxima e se torna marca de alto renome
Pix ganha proteção máxima e se torna marca de alto renome
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O sistema de pagamentos instantâneos Pix teve seu reconhecimento de marca de alto renome concedido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial, tornando-se a primeira marca vinculada ao Governo Federal a receber esse reconhecimento. Com isso, o Pix se torna objeto de uma proteção jurídica mais ampla, protegendo-o contra uso indevido ou associação indevida de sua marca.
- Essa medida visa proteger a boa reputação e credibilidade do Pix, que é usado diariamente por milhões de brasileiros para transferências, pagamentos e operações financeiras. Com o reconhecimento de marca de alto renome, o Pix se consolida ainda mais como o principal meio de pagamentos instantâneos do país.
Foto: Marcello Casal jr | Agência Brasil
O sistema de pagamentos instantâneos Pix passará a contar com a maior proteção prevista na legislação brasileira de propriedade industrial. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (11) pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, em Brasília. Com a decisão do Instituto Nacional da Propriedade Industrial, o Pix se torna a primeira marca vinculada ao Governo Federal a receber o reconhecimento de marca de alto renome. Segundo o ministro, a classificação representa o mais elevado nível de proteção garantido pela Lei de Propriedade Industrial. O reconhecimento é concedido a marcas amplamente conhecidas pela população e que acumulam reputação, credibilidade e relevância nacional. Na prática, a medida amplia a proteção jurídica do Pix para todos os segmentos da atividade econômica, independentemente da categoria em que a marca foi originalmente registrada. Isso impede que empresas ou organizações utilizem a mesma denominação em outros setores, reduzindo riscos de uso indevido ou associação indevida da marca. Criado pelo Banco Central do Brasil em 2020, o Pix se consolidou como o principal meio de pagamentos instantâneos do país, sendo utilizado diariamente por milhões de brasileiros para transferências, pagamentos e operações financeiras. O anúncio ocorreu com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante reunião do Conselhão, órgão responsável por discutir propostas e políticas voltadas ao desenvolvimento econômico e social do país.
Governo prepara crédito para motoboys comprarem motos
Governo prepara crédito para motoboys comprarem motos
Programa deve oferecer até R$ 20 mil por trabalhador, com juros de 12,6% ao ano.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo federal está preparando uma linha de crédito de R$ 4 bilhões para financiar a compra de motocicletas por entregadores de aplicativos, com limite de R$ 20 mil por trabalhador e juros de 12,6% ao ano. A medida visa facilitar o acesso ao crédito, incluindo a possibilidade de eliminar a exigência de entrada, e seguirá modelo semelhante ao adotado para motoristas de aplicativo.
- A proposta, batizada de Move Motos, integra um pacote de crédito lançado pelo governo para diferentes categorias profissionais e visa atender aos cerca de 485 mil trabalhadores de aplicativos de entrega no Brasil
Foto: Reprodução - PR
O governo federal prepara uma nova linha de crédito para financiar a compra de motocicletas por entregadores de aplicativos. A expectativa é disponibilizar cerca de R$ 4 bilhões em financiamentos, com limite de aproximadamente R$ 20 mil por trabalhador. A proposta prevê juros próximos de 12,6% ao ano e garantia do Fundo de Garantia de Operações (FGO). O governo também avalia medidas para facilitar o acesso ao crédito, incluindo a possibilidade de eliminar a exigência de entrada. As regras devem seguir modelo semelhante ao já adotado para motoristas de aplicativo, com a elegibilidade dos trabalhadores sendo validada pelas próprias plataformas. Batizado de Move Motos, o programa integra um pacote de crédito lançado pelo governo para diferentes categorias profissionais. Segundo o IBGE, o Brasil tinha cerca de 485 mil trabalhadores de aplicativos de entrega em 2024.
Nova delação de Vorcaro não traz fatos inéditos, avaliam investigadores
Nova delação de Vorcaro não traz fatos inéditos, avaliam investigadores
Primeira versão apresentada em maio já havia sido rechaçada por integrantes da PF e da PGR
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A segunda proposta de delação apresentada pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro à Procuradoria-Geral da República e à Polícia Federal foi considerada insuficiente por investigadores. A apuração do caso Master é obstaculizada por a defesa do ex-banqueiro não ter entregue informações inéditas.
- Uma nova reunião deve ocorrer para discutir os próximos passos das negociações, após a primeira proposta ter sido rejeitada em maio.
Foto: Divulgação | SAP-SP
A segunda versão da proposta de delação apresentada pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro à Procuradoria-Geral da República (PGR) e à Polícia Federal tem sido vista por investigadores como insuficiente para avançar nas negociações. Segundo integrantes da apuração do caso Master, o material entregue não trouxe informações inéditas e manteve um tom predominantemente defensivo. Apesar da avaliação negativa, uma nova reunião entre a defesa de Vorcaro e os órgãos responsáveis pela investigação deve ocorrer ainda nesta semana para discutir os próximos passos das tratativas. As negociações para um acordo de colaboração já haviam enfrentado obstáculos anteriormente. Em maio, a primeira proposta apresentada pelos advogados do ex-banqueiro foi rejeitada por policiais federais e procuradores, levando a PF a anunciar o encerramento das conversas. Dias depois, porém, a corporação voltou a considerar a possibilidade de um acordo após receber a sinalização de que Vorcaro poderia fornecer novos elementos para as investigações. Há uma percepção entre esses investigadores de que os novos capítulos narrados pelo banqueiro foram mais detalhados, com contexto, informações e datas, mas ainda sem elementos que eles já não soubessem.
Após duas mortes suspeitas, Ministério da Saúde suspende vacina da dengue feita pelo Butantan
Decisão foi tomada após o registro de duas mortes sob investigação que podem ter relação com o imunizante
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério da Saúde anunciou a interrupção temporária da vacinação contra a dengue, após o registro de duas mortes sob investigação que podem ter relação com o imunizante. Cerca de 500 mil doses já foram administradas no país, e 42 episódios de reações graves estão sendo avaliados por possível associação com a vacina.n
- O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que não há dados suficientes para estabelecer uma causalidade entre a vacina e os casos graves, mas que a suspensão é um
Foto: Divulgação | Instituto Butantan
O Ministério da Saúde informou que a aplicação da vacina contra a dengue desenvolvida pelo Butantan será interrompida temporariamente a partir desta segunda-feira (8). A decisão foi tomada após o registro de duas mortes sob investigação que podem ter relação com o imunizante. A suspensão foi anunciada durante uma coletiva de imprensa realizada às 14h41 (horário de Brasília), com a participação de representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e da direção do Instituto Butantan. De acordo com a pasta, cerca de 500 mil doses já foram administradas em todo o país. Até o momento, foram notificados 42 episódios de reações graves que estão sendo avaliados por possível associação com a vacina, incluindo os dois óbitos suspeitos. "Nós tivemos 3 casos graves, desses 2 óbitos, sem, até esse momento, nas investigações já feitas pelos sistemas municipais, de vigilância estadual, escutando os especialistas, não existe dados suficientes para estabelecer uma causalidade da vacina com a ocorrência desses 3 casos graves, mas é um sinal de alerta", disse o ministro da saúde, Alexandre Padilha.
A Voz do Brasil terá espaço diário sobre proteção às mulheres
A Voz do Brasil terá espaço diário sobre proteção às mulheres
Norma determina a divulgação de canais de denúncia e serviços de apoio durante o programa A Voz do Brasil.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou uma lei que amplia a divulgação de informações sobre prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres no Brasil. Com a nova legislação, o programa A Voz do Brasil passará a reservar um minuto diário para informar sobre canais de denúncia, serviços de acolhimento e equipamentos públicos voltados à proteção das mulheres.
- A expectativa é fortalecer o conhecimento sobre os mecanismos disponíveis para vítimas de violência doméstica e de gênero, contribuindo para que mais mulheres tenham acesso à assistência e aos seus direitos, em todo o território nacional.
Foto: Jefferson Rudy | Agência Senado
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou uma lei que amplia a divulgação de informações sobre prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres em todo o país. A medida, de autoria da deputada federal baiana Lídice da Mata (PSB), foi publicada no Diário Oficial da União no último dia 3. Com a nova legislação, o programa A Voz do Brasil passará a reservar diariamente um minuto de sua programação para informar a população sobre canais de denúncia, serviços de acolhimento e equipamentos públicos voltados à proteção das mulheres. A norma altera o Código Brasileiro de Telecomunicações e determina que as emissoras de rádio responsáveis pela retransmissão do programa exibam as informações de segunda a sexta-feira. O objetivo é ampliar o acesso da população a orientações sobre a rede de proteção, especialmente em regiões onde o rádio continua sendo um dos principais meios de comunicação. A expectativa é fortalecer o conhecimento sobre os mecanismos disponíveis para vítimas de violência doméstica e de gênero. Segundo a proposta, a divulgação incluirá informações sobre serviços de apoio, atendimento especializado e formas de denúncia, contribuindo para que mais mulheres tenham acesso à assistência e aos seus direitos. A lei entrou em vigor na data de sua publicação e passa a valer em todo o território nacional.
Governo prepara nova cobrança sobre álcool e cigarros em 2027
Governo prepara nova cobrança sobre álcool e cigarros em 2027
Tributo previsto na reforma tributária busca desestimular o consumo de produtos considerados nocivos à saúde e ao meio ambiente.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A partir de 2027, bebidas alcoólicas, cigarros, refrigerantes, apostas esportivas e outros produtos prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente podem ficar mais caros. Isso ocorre devido à implementação do Imposto Seletivo, criado pela reforma tributária para elevar a carga tributária sobre determinados setores da economia.
- As alíquotas ainda não foram divulgadas, mas a criação do Imposto Seletivo visa reduzir o consumo de produtos associados a impactos negativos para a saúde pública e para o meio ambiente. O governo federal trabalha para colocar a medida em prática já no próximo ano, com a expectativa de encaminhar a proposta com as regras detalhadas aos parlamentares até o final do ano.
Foto: Reprodução
Bebidas alcoólicas, cigarros, refrigerantes, apostas esportivas e outros produtos considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente poderão ficar mais caros a partir de 2027. A mudança está prevista na implementação do Imposto Seletivo, mecanismo criado pela reforma tributária para elevar a carga tributária sobre determinados setores da economia. Conhecido popularmente como "imposto do pecado", o tributo tem como principal objetivo reduzir o consumo de produtos associados a impactos negativos para a saúde pública e para o meio ambiente. A estratégia é utilizar a tributação como instrumento de incentivo a hábitos considerados mais saudáveis e sustentáveis. Além de bebidas alcoólicas, produtos derivados do tabaco, refrigerantes e apostas esportivas, a nova cobrança também poderá atingir veículos, conforme o nível de emissão de poluentes, e atividades ligadas à exploração de recursos minerais. O Ministério da Fazenda informou que trabalha para colocar a medida em prática já no próximo ano. No entanto, a regulamentação do imposto ainda depende da aprovação do Congresso Nacional. A expectativa do governo federal é encaminhar a proposta com as regras detalhadas aos parlamentares até o final deste ano. Apesar da previsão de entrada em vigor em 2027, ainda não foram divulgadas as alíquotas que serão aplicadas a cada produto ou atividade econômica. Segundo a equipe econômica, o projeto encontra-se em fase final de elaboração, o que impede, por enquanto, a estimativa oficial dos impactos sobre os preços ao consumidor. A criação do Imposto Seletivo integra o conjunto de mudanças promovidas pela reforma tributária aprovada pelo Congresso. A proposta segue uma tendência adotada em diversos países, que utilizam a tributação diferenciada para tentar reduzir o consumo de itens relacionados a doenças, problemas ambientais ou custos sociais elevados. Especialistas apontam que a definição das alíquotas será decisiva para medir o alcance da medida. Dependendo dos percentuais estabelecidos, os aumentos poderão ter impacto significativo no preço final de produtos consumidos diariamente por milhões de brasileiros. Enquanto a regulamentação não é concluída, consumidores e setores econômicos acompanham as discussões que definirão quais produtos serão alcançados e qual será o peso da nova tributação sobre o bolso dos brasileiros.
Turista pula nas Cataratas do Iguaçu para buscar celular
Turista pula nas Cataratas do Iguaçu para buscar celular
Homem entrou em área de risco para recuperar aparelho que caiu na água; administração do parque reforçou regras de segurança.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Um turista brasileiro gerou repercussão nas redes sociais neste fim de semana ao ser flagrado em uma atitude arriscada nas Cataratas do Iguaçu. Ele tentou recuperar um celular que havia caído, descendo para uma área de segurança controlada e próxima às quedas d’água, o que é estritamente proibido devido ao alto risco de acidentes. O incidente, ocorrido no sábado (6), foi registrado por outros visitantes e rapidamente viralizou.
Foto: Reprodução
Uma atitude considerada arriscada chamou a atenção de turistas e viralizou nas redes sociais neste fim de semana nas Cataratas do Iguaçu, um dos principais destinos turísticos do país. Um visitante foi flagrado entrando em uma área próxima às quedas d’água para tentar recuperar um celular que havia caído durante o passeio. O caso ocorreu no sábado (6) e foi registrado por pessoas que visitavam o local. As imagens mostram o homem descendo em direção às águas e, em seguida, tentando retornar para a passarela ao se apoiar na estrutura utilizada pelos turistas. A cena rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais devido ao risco envolvido na ação. O trecho onde o visitante entrou é considerado uma área de segurança controlada e possui restrições de acesso justamente para evitar acidentes. Em nota, a administração do Parque Nacional do Iguaçu informou que o turista é brasileiro, mas sua identidade não foi divulgada. Assim que a situação foi percebida, equipes de bombeiros civis responsáveis pelo monitoramento das trilhas e passarelas realizaram uma intervenção imediata. Segundo o parque, os profissionais orientaram o visitante sobre os riscos da atitude e acompanharam o restante do passeio até a saída do local. Após o incidente, o homem foi retirado da unidade de conservação. A administração também reforçou que é proibido ultrapassar os guarda-corpos ou acessar áreas restritas das passarelas, seja para tirar fotografias, gravar vídeos ou recuperar objetos perdidos. A medida tem como objetivo proteger visitantes e evitar acidentes em uma das áreas mais movimentadas da atração. De acordo com a orientação oficial, sempre que um pertence cair na água ou em locais de difícil acesso, a recomendação é acionar as equipes de segurança e bombeiros do parque. Os profissionais avaliam cada situação e verificam se existe possibilidade de recuperação do objeto sem colocar vidas em risco. O parque destacou ainda que operações desse tipo são realizadas de forma planejada e, quando necessário, contam com o apoio de forças de segurança. A administração reforçou que preservar a integridade física dos visitantes e das equipes de resgate é prioridade em qualquer ocorrência registrada dentro da unidade.
Imposto sobre bebidas alcoólicas, refrigerantes e cigarros começa a valer em 2027, diz governo
Objetivo é desestimular a compra de produtos que causam danos à saúde ou ao meio ambiente
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A partir de 2027, o imposto seletivo, conhecido como imposto do pecado, será cobrado pelo consumo de produtos que causam danos à saúde ou ao meio ambiente. A lista inclui bebidas alcoólicas, refrigerantes, cigarros, veículos poluentes, extração de bens minerais e loterias. O valor do imposto ainda não está definido, dependendo da regulamentação que será aprovada até o fim do ano.
Foto: Reprodução | Shutterstock
Aprovado no âmbito da reforma tributária sobre o consumo, o imposto seletivo, conhecido como imposto do pecado, começa em 2027 e tem o objetivo de encarecer produtos ou atividades que causam danos à saúde ou ao meio ambiente. A lista inclui bebidas alcoólicas, refrigerantes e cigarros. O novo imposto também vai incidir sobre alguns veículos, conforme o nível de poluição, sobre a extração de bens minerais, e sobre loterias, apostas e jogos de fantasy sports. O Ministério da Fazenda reafirmou o "interesse na implementação do Imposto Seletivo para o ano que vem, principalmente pelo seu efeito regulatório de reduzir o consumo de produtos danosos à saúde e ao meio ambiente". Para começar a valer efetivamente, o Congresso Nacional precisa aprovar a regulamentação do imposto, mas a proposta do governo federal ainda não foi enviada. O Executivo diz que isso será feito até o fim deste ano. Valor do imposto a ser cobrado - O valor do imposto a ser cobrado de cada produto ainda não está definido. Na regulamentação, que terá de ser feita até o fim deste ano, para valer a partir de 2027, a área econômica irá propor, e o Legislativo definirá, quais serão as alíquotas. "O projeto está em desenvolvimento interno em nível técnico de governo e depende de ajustes e definições finais, antes de sua divulgação. Apenas após a definição das alíquotas será possível estimar os eventuais impactos econômicos", comunicou o Ministério da Fazenda.
Governo prorroga inscrições do Enem 2026 até 12 de junho
Governo prorroga inscrições do Enem 2026 até 12 de junho
Provas serão aplicadas em todo país em 8 e 15 de novembro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governo federal anunciou nesta sexta-feira (5) a prorrogação do prazo de inscrição para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026. A medida, que será oficializada em edição extra do Diário Oficial da União, visa oferecer mais tempo para os candidatos realizarem seu registro no importante exame educacional.
- Com a alteração, os interessados terão até o dia 12 de junho para efetuar a inscrição por meio da Página do Participante, estendendo o prazo que originalmente se encerraria à 23h59 desta sexta-feira. A prorrogação também impacta outras etapas do cronograma, como a data limite para o pagamento da taxa de participação, embora as provas permaneçam agendadas para 8 e 15 de novembro em todo o país.
Foto: Reprodução | Seduc
O governo federal anunciou nesta sexta-feira (5) a prorrogação do prazo de inscrição para o Enem 2026. A medida será oficializada em edição extra do Diário Oficial da União. Com a alteração, os candidatos terão até o dia 12 de junho para realizar a inscrição por meio da Página do Participante. Inicialmente, o prazo terminaria às 23h59 desta sexta-feira. A extensão do período de inscrições também provocou mudanças em outras etapas do cronograma do exame, incluindo a data limite para o pagamento da taxa de participação. As provas serão aplicadas em todo o país em 8 e 15 de novembro. Todos os interessados devem acessar a Página do Participante, seja estudante ou egresso do ensino médio, ou mesmo concluintes da etapa matriculados na rede pública que têm pré-inscrição automática.
EUA passam a tratar PCC e CV como grupos terroristas
EUA passam a tratar PCC e CV como grupos terroristas
Medida entrou em vigor nesta sexta-feira e abre caminho para sanções financeiras e novas ações de cooperação internacional contra as facções brasileiras.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A decisão do governo dos EUA de classificar o PCC e o CV como organizações terroristas estrangeiras passou a valer oficialmente, ampliando as tensões diplomáticas entre Washington e Brasília.
- A medida permitirá que autoridades americanas adotem mecanismos mais rigorosos contra organizações consideradas ligadas ao terrorismo internacional, o que pode produzir efeitos que vão além da área da segurança pública.
Foto: Casa Branca | Tia Dufour
A decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras passou a valer oficialmente nesta sexta-feira (5), ampliando as tensões diplomáticas entre Washington e Brasília e abrindo uma nova frente de debate sobre soberania, segurança pública e possíveis impactos econômicos. A medida foi anunciada pelo Departamento de Estado norte-americano no fim de maio e entrou em vigor após a publicação formal nos registros oficiais do governo dos EUA. A classificação permite que autoridades americanas adotem mecanismos mais rigorosos de combate financeiro e operacional contra organizações consideradas ligadas ao terrorismo internacional. O governo brasileiro reagiu de forma crítica à decisão. Integrantes do Palácio do Planalto argumentam que o combate ao crime organizado deve ocorrer por meio da cooperação internacional entre os países, sem interferências que possam ser interpretadas como violação da soberania nacional. Especialistas ouvidos por veículos nacionais e internacionais avaliam que a classificação pode produzir efeitos que vão além da área da segurança pública. Entre as preocupações estão possíveis restrições financeiras, maior rigor em transações internacionais e impactos indiretos sobre empresas e instituições que operam em regiões sob influência das facções criminosas. O tema ganhou ainda mais repercussão diante do cenário político brasileiro. A decisão foi anunciada em meio à aproximação de lideranças da oposição com integrantes do governo norte-americano e ocorre em um contexto de forte polarização política no país. Além das questões relacionadas à segurança, autoridades brasileiras acompanham possíveis reflexos econômicos da medida. Nos últimos dias, surgiram discussões envolvendo comércio exterior, sistema financeiro e relações bilaterais entre os dois países, embora não exista até o momento qualquer anúncio oficial de sanções diretas ao Brasil em decorrência da classificação das facções. Enquanto Washington sustenta que a decisão busca ampliar o combate ao crime organizado transnacional, o governo brasileiro defende que o enfrentamento das facções deve ocorrer por meio do fortalecimento da cooperação policial e judicial, sem medidas que possam abrir precedentes para intervenções externas. O tema promete permanecer no centro das discussões diplomáticas e políticas nas próximas semanas.
Corrida para motel após suposta traição viraliza na internet
Corrida para motel após suposta traição viraliza na internet
Segundo motociclista, passageira pediu que a corrida não fosse cancelada após afirmar ter descoberto uma suposta infidelidade do companheiro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma corrida de aplicativo realizada durante a madrugada se transformou em um dos assuntos mais comentados nas redes sociais após o relato de um motociclista sobre uma passageira que tentava confirmar uma suposta traição do companheiro. De acordo com o profissional, a viagem foi solicitada por volta das 5h da manhã e chamou atenção logo nos primeiros minutos. Ao embarcar na motocicleta, a mulher teria demonstrado nervosismo e pedido, de forma insistente, que a corrida não fosse cancelada em hipótese alguma. A situação surpreendeu o motociclista, que contou ter ficado impressionado com o nível de tensão da cliente durante todo o percurso.
- A corrida rapidamente ganhou repercussão e passou a circular em diferentes plataformas digitais, acumulando milhares de visualizações e comentários. Até o momento, não há informações confirmadas sobre o que aconteceu após a chegada da passageira ao local indicado. Mesmo sem um desfecho conhecido, a história chamou atenção nas redes sociais e se tornou mais um exemplo de situações inusitadas vividas por motoristas e motociclistas de aplicativos no dia a dia, no Brasil.
Foto: Reprodução
Uma corrida de aplicativo realizada durante a madrugada se transformou em um dos assuntos mais comentados nas redes sociais após o relato de um motociclista sobre uma passageira que tentava confirmar uma suposta traição do companheiro. De acordo com o profissional, a viagem foi solicitada por volta das 5h da manhã e chamou atenção logo nos primeiros minutos. Ao embarcar na motocicleta, a mulher teria demonstrado nervosismo e pedido, de forma insistente, que a corrida não fosse cancelada em hipótese alguma. Segundo o relato compartilhado pelo condutor, a passageira afirmou ter descoberto indícios de uma possível infidelidade após acessar informações armazenadas no celular do marido. Convencida de que ele estaria em um motel localizado às margens da BR-060, no município de Anápolis, ela decidiu seguir imediatamente para o endereço indicado. A situação surpreendeu o motociclista, que contou ter ficado impressionado com o nível de tensão da cliente durante todo o percurso. O destino da corrida e a urgência demonstrada pela passageira acabaram despertando a curiosidade do profissional. Ao longo do trajeto, ele gravou vídeos relatando a situação para seguidores nas redes sociais. Nas publicações, descreveu o episódio como uma das corridas mais inusitadas que já realizou e comentou, em tom bem-humorado, que a história era tão intrigante que despertou a vontade de acompanhar pessoalmente o desfecho da situação. As gravações rapidamente ganharam repercussão e passaram a circular em diferentes plataformas digitais, acumulando milhares de visualizações e comentários. Internautas se dividiram entre a curiosidade sobre o resultado do suposto flagrante e as brincadeiras relacionadas ao episódio. Até o momento, não há informações confirmadas sobre o que aconteceu após a chegada da passageira ao local indicado. Mesmo sem um desfecho conhecido, a história chamou atenção nas redes sociais e se tornou mais um exemplo de situações inusitadas vividas por motoristas e motociclistas de aplicativos no dia a dia, no Brasil.
Mulher de 37 anos presa por fingir ser adolescente de 12 usava mamadeira e chupeta para enganar família adotiva
Suspeita viveu 14 meses com identidade falsa em Joinville e adotava comportamento infantil para manter farsa
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma mulher de 37 anos foi presa em Joinville, Santa Catarina, após viver por 14 meses sob a falsa identidade de uma adolescente de 12 anos. Ela usava chupeta, mamadeira e adotava comportamentos infantilizados para convencer uma família a acolhê-la.
- A investigação revelou que a mulher já havia aplicado golpes semelhantes em outros estados, incluindo um caso registrado em Nova Iguaçu (RJ) em 2023. Ela confessou o crime e deve responder por estelionato e falsa identidade.
Foto: Reprodução
Uma mulher de 37 anos foi presa em Joinville, Santa Catarina, após viver por 14 meses sob a falsa identidade de uma adolescente de 12 anos. Segundo a Polícia Civil, ela usava chupeta, mamadeira e adotava comportamentos infantilizados para convencer uma família a acolhê‑la. O caso foi revelado pelo G1. A suspeita se apresentava como “Gabriela” e chegou à casa da família após pedir ajuda em uma igreja. Ela contou que havia fugido de casa por sofrer exploração sexual e justificou a aparência mais madura dizendo que usava hormônios. Sensibilizados, membros da comunidade ajudaram a encontrar um lar para ela. Durante mais de um ano, a mulher participou de festas, ganhou comemorações de aniversário e recebeu cuidados médicos pagos pelos responsáveis — incluindo o uso de tirzepatida (Mounjaro), medicamento usado no tratamento da obesidade. Para sustentar a farsa, ela dizia ser autista e portadora de outras condições de saúde. Segundo o delegado Rodrigo Bueno Gusso, a mulher afinava a voz, simulava crises de pânico, dizia ter medo do escuro e exigia mamadeira ou chupeta para dormir. Também usava objetos com cheiro específico para reforçar o comportamento infantil. A suspeita evitava qualquer tentativa de formalização da adoção, alegando que não queria que o suposto “pai biológico” descobrisse seu paradeiro. A versão foi mantida até o fim. A fraude começou a ruir após um parente da família desconfiar da história e procurar a 6ª Delegacia de Polícia de Joinville na última sexta‑feira (29). A investigação revelou que a mulher já havia aplicado golpes semelhantes em outros estados, incluindo um caso registrado em Nova Iguaçu (RJ) em 2023. Ela confessou o crime e deve responder por estelionato e falsa identidade. A Polícia Civil segue investigando se outras pessoas foram enganadas pela suspeita.
INSS publica regras para concessão de pensão a filhos de vítimas de feminicídio
INSS publica regras para concessão de pensão a filhos de vítimas de feminicídio
Portaria estabelece pagamento de um salário mínimo a menores de 18 anos em situação de vulnerabilidade e detalha procedimentos para solicitação.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) oficializou, por meio da Portaria PRES/INSS nº 1.961, uma nova regulamentação para a concessão de pensão especial. Destinado a filhos e dependentes de mulheres vítimas de feminicídio, o benefício equivale a um salário mínimo mensal e será concedido a menores de 18 anos que preencham critérios de vulnerabilidade social, como renda familiar per capita limitada a um quarto do salário mínimo.
- A norma abrange filhos biológicos, enteados, menores sob guarda e tutelados com dependência econômica comprovada, além de crianças e adolescentes em acolhimento institucional. A solicitação pode ser realizada via site ou aplicativo Meu INSS e Central 135, exigindo documentos pessoais, inscrição no CadÚnico e comprovação do feminicídio. A regulamentação destaca que o benefício pode ser concedido para casos anteriores à lei, contempla dependentes de mulheres transgênero e impede que autores do crime representem os beneficiários, com o INSS oferecendo canais de orientação sobre os requisitos.
Foto: Reprodução | Agência Brasil
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) publicou uma nova regulamentação que estabelece as regras para a concessão de pensão especial destinada a filhos e dependentes de mulheres vítimas de feminicídio. A medida foi oficializada por meio da Portaria PRES/INSS nº 1.961, divulgada na última sexta-feira (29). O benefício corresponde ao valor de um salário mínimo mensal e será destinado a menores de 18 anos que atendam aos critérios de vulnerabilidade social previstos na norma. Entre as exigências está a comprovação de que a renda familiar por pessoa seja igual ou inferior a um quarto do salário mínimo. Além dos filhos biológicos, a regulamentação contempla enteados, menores sob guarda judicial e tutelados, desde que seja comprovada a dependência econômica em relação à vítima. A portaria também garante o acesso ao benefício para crianças e adolescentes acolhidos por instituições do Estado. Para solicitar a pensão, o representante legal deverá apresentar documentos pessoais do dependente, inscrição atualizada no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e documentos que comprovem a relação do caso com o crime de feminicídio. Entre os documentos aceitos estão auto de prisão em flagrante, inquérito policial, denúncia do Ministério Público, decreto de prisão preventiva ou decisão judicial. O pedido poderá ser realizado pelo site ou aplicativo Meu INSS, além do atendimento telefônico por meio da Central 135. Conforme a regulamentação, o pagamento será devido a partir da data do requerimento. A norma também estabelece que autores, coautores ou participantes do crime não poderão representar os dependentes durante o processo de solicitação do benefício. Nos casos de acolhimento institucional, a representação poderá ser feita pelo responsável legal da instituição. Outro ponto destacado pela portaria é que o benefício poderá ser concedido mesmo quando o feminicídio tiver ocorrido antes da criação da lei que instituiu o direito. A regulamentação ainda prevê a concessão da pensão para filhos e dependentes de mulheres transgênero, desde que o crime seja reconhecido legalmente como feminicídio. Segundo o INSS, famílias que tenham dúvidas sobre os critérios ou sobre a documentação necessária podem buscar orientação nas agências da Previdência Social ou nos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), responsáveis por auxiliar na atualização do CadÚnico e no acesso a benefícios sociais.























